Bem Estar

Ministro da saúde divulga plano de divulgação e alerta estados que não seguem o plano federal

O ministro da saúde divulgou os planos para a aplicação da dose de reforço em combate a covid-19 e faz projeções a respeito da distribuições das vacinas.

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26 Ago 2021 - 16h55 | Atulizado em 26 Ago 2021 - 16h55

A diferença das abordagens para a distribuição da vacina entre os estados e o governo podem ser prejudiciais à população.

 Nesta quarta-feira, (25), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez uma coletiva de imprensa para explicar como será a aplicação da dose de reforço para o combate ao coronavírus. A previsão é que tenha início no dia 15 de setembro para os idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos, que são, de um modo geral, pessoas que passaram por um transplante ou portadores de HIV.

 A divergência se encontra no estado de São Paulo, onde o planejamento exposto na terça-feira, 24, aponta a aplicação da terceira dose nas pessoas entre 60 e 69 anos, além de não incluir os imunossuprimidos. O ministro da Saúde não direcionou seu discurso para o governo paulista, mas deixou claro sua crítica para aqueles que seguem um caminho diferente do indicado pelo Programa Nacional de Imunizações.


Ministro da saúde divulga plano de divulgação e alerta estados que não seguem o plano federal (Foto: Reprodução/Agência Brasil/Ministro da Saúde)


 

Se cada um quiser criar um regime próprio, o Ministério da Saúde lamentavelmente não vai ter condição de entregar doses de vacinas. Temos de nos unir para falarmos a mesma língua. E não adianta ficar noticiando na imprensa que o Ministério atrasou e se for diferente, vai faltar dose”, alegou o ministro.

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 A dose de reforço, de acordo com Queiroga, será feita, principalmente, pela vacina da Pfizer, já que será o imunizante de maior quantidade disponível no mês de setembro. Mesmo sendo esse o motivo para a utilização deste imunizante, já existem estudos avançados que mostram a eficácia da dose de reforço utilizando a dose da Pfizer. Mas o ministro diz que a população poderá receber qualquer outro imunizante disponível.

Anteriormente a intercambialidade só estava prevista para gestantes que tomaram AstraZeneca. Agora, é com a vacina da Pfizer. Esta vacina já foi testada em intercambialidade, e o ministério se preparou para ter esta vacina em quantidade que nos dá a possibilidade de tomar esta decisão”, afirmou Queiroga.

 A previsão é que até 15 de setembro toda a população com mais de 18 anos terá recebido, pelo menos, a primeira dose. Desse modo, ele alega, também, que a aplicação da dose de reforço não irá atrasar a imunização dos adolescentes entre 12 e 17 anos. Ainda falando em previsões, o governo federal pretende fechar o mês de agosto com uma entrega de 80 milhões de imunizantes e 60 milhões em setembro, com a maioria da Pfizer.

 



Foto destaque: 
Ministro da saúde divulga plano de divulgação e alerta estados que não seguem o plano federal. Reprodução/ Agência Brasil

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