Bem Estar

Vacina da Pfizer é aprovada nos EUA

Após estagnação no ritmo da vacinação, Estados Unidos libera autorização permanente do imunizante fabricado pela Pfizer em parceira com a BioNTech contra a covid-19

3 min de leitura
17 Set 2021 - 11h44 | Atulizado em 17 Set 2021 - 11h44

Nos Estados Unidos, a vacina contra a covid-19 fabricada pela Pfizer em parceria com a BioNTech foi autorizada para uso permanente. Anteriormente, a vacina obtinha somente a autorização para uso emergencial. A autorização foi cedida pela Agência Sanitária dos Estados Unidos (ANSA) e é recomendada pela Administração de Alimentos e Remédios (FDA) para aplicação em adolescentes entre 16 e 17 anos. O imunizante Pfizer/BioNTech é o primeiro imunizante com aprovação total no país norte-americano. Enquanto no Brasil, a vacina possui aprovação definitiva desde fevereiro cedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é utilizada para a imunização de adolescentes entre 12 e 17 anos em diversas cidades do país.

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 Nos Estados Unidos, a preocupação das autoridades políticas e sanitárias é em relação aos norte-americanos que são contra a vacinação e a intenção com o registro definitivo da vacina produzida pela Pfizer/BioNTech é convencer essa parcela da população de que a vacina é segura e possui eficácia. Janet Woodcock, responsável pela Administração de Alimentos e Remédios dos EUA, afirma que: “Embora milhões de pessoas já tenham recebido com segurança as vacinas contra a covid-19, reconhecemos que, para alguns, a aprovação de uma vacina pela FDA pode agora inspirar confiança adicional para serem vacinados”.


Logotipo da Pfizer (Foto: Reprodução/ Bloomberg)


 No país norte-americano, aproximadamente 60% da população estadunidense recebeu pelo menos uma dose das vacinas e 51% já está totalmente imunizada, porém, o ritmo da imunização nos Estados Unidos teve uma queda e o país foi passado por países como a Mongólia, Portugal e Uruguai, por exemplo, com 62%, 67% e 71% respectivamente. Os EUA é o país com maior número de casos confirmados e de mortes devido à covid-19, com 37,7 milhões e 628 mil, respectivamente.

 


Foto destaque: Vacina Pfizer. Reprodução/Pixavay

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