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Serasa promove 'Feirão Limpa Nome' com novidades para ajudar consumidores a quitarem dívidas

A Serasa fará mais um Feirão Serasa Limpa Nome, porém com a novidade do auxílio dívida, que paga R$50,00 para o consumidor que quitar suas dívidas até 22 de novembro.

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18 Nov 2021 - 21h58 | Atulizado em 18 Nov 2021 - 21h58

O próximo Feirão Serasa Limpa Nome foi prorrogado até o dia 22 de novembro com o benefício chamado de auxílio dívida, que paga R$50 para o consumidor que quitar as suas dívidas até a data limite do 26º Feirão. Para garantir o benefício é preciso que as dívidas quitadas sejam pagas à vista em um valor mínimo de R$200.

Mais de 100 empresas se cadastraram no programa do Serasa para auxiliar seus clientes a quitarem suas dívidas. Entre elas: Riachuelo, Carrefour, Claro, Santander, entre outras. Desde o começo de novembro mais de 1,2 milhões de pessoas renegociaram suas dívidas graças ao Feirão. Os descontos para pagamento à vista podem chegar a 99% e para quem optar pelo parcelamento pode conseguir até 72% em descontos



De acordo com a pesquisa de 25 de agosto divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor atingiu 72,9%. Em outubro esse número subiu para 74,6%. De acordo com matéria da Agência Brasil de 4 de novembro “O percentual de família com dívidas ou contas em atraso atingiu 25,6%”, o que representa 0,1 ponto acima do registrado em setembro de 2021 e 0,5 ponto abaixo de outubro de 2020 não estava conseguindo quitar as dívidas no prazo, percentual que se mantém estável em relação a julho e é 1,1% menor que em agosto de 2020”. Vale ressaltar que em comparação com janeiro de 2020 o endividamento das famílias era de 65,3% de acordo dados da CNC.

 

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A CNC pontuou em um trecho da Peic feita em 25 de agosto: "Vale notar que o crédito não é necessariamente um vilão à economia, ele potencializa o consumo das famílias, assim como suporta iniciativas empreendedoras, tão importantes para os informais, hoje em dia. Entretanto, tendo em conta o contexto do endividamento elevado, especialmente pelas compras no cartão de crédito, e com a crise sanitária ainda promovendo incertezas no desempenho econômico, são imperativos mais rigor e planejamento das famílias com as finanças.”

 

 Foto Destaque: Reprodução/Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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