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Baixa em passagens de avião leva grande aumento na procura de ônibus de viagens

Ocorre baixa em compra de passagens no setor aéreo levando a um grande aumento na procura de bilheterias de ônibus de viagens ao redor do Brasil, já que muitos países permanecem com restrições.

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16 Nov 2021 - 22h20 | Atulizado em 16 Nov 2021 - 22h20

A Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre faz projeções para o setor de viagens aéreas porque a população vem procurando viagem de ônibus pelo Brasil com uma expectativa que até dezembro de 2021 vendam mais de 3,1 milhões de passagens rodoviárias.

Com o aumento significativo do preço das passagens de avião e com o número cada vez maior de vacinados tem crescido a demanda de viagens de ônibus dentro e fora do país.

Desse modo, o avanço da procura de ônibus está sendo bastante solicitada pelo turismo interno, já que muitos países ainda estão sob restrições mais fechadas do que outros. Tivemos assim, de acordo com o feriado do dia 12 de outubro uma grande alta na bilheteria de 30% em relação ao feriado de 7 de setembro, onde foi comprovada a maior procura das passagens de ônibus dentro do Brasil.


(Foto: Reprodução/Maria Isabel Oliveira/Agência O Globo)


Segundo Resende: “É metade do preço, e o tempo é apenas um pouco maior que se fosse de avião. Então, vale a pena. Além disso, tenho optado em comprar passagens de leito, para ter um conforto maior. Até agora os preços não subiram, e a ocupação é sempre um pouco mais da metade. Vamos ver como vai ficar daqui para frente”.

O presidente Phillip Klien da ClickBus diz que com a alta demanda, o custo das passagens podem aumentar. De acordo com o IBGE o setor aéreo obteve uma superação de 60% de alta.

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Kien se pronúncia sobre o assunto: “A procura por passagens de ônibus começou a ganhar força em julho. Em outubro, a taxa de ocupação chegou a 83%, a maior desde o início da pandemia. A meta é fechar o ano com alta de 50% em relação ao ano passado e avanço entre 10% e 15% antes de 2019. Há demanda reprimida, como as passagens aéreas estão mais caras e como rotas curtas de ônibus estão crescendo, pois o brasileiro está voltando a viajar”.

Foto Destaque: Marcelo Resende viajando na categoria de leito ou semileito no ônibus. Reprodução/Maria Isabel/Agência O Globo

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