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Citando urgência da inflação, Brasil antecipa corte de 10% em tarifas de importação

Inflação é a justificativa para corte antecipado de tarifa de importação, segundo secretário de Comércio Exterior Roberto Fendt. A medida valerá inicialmente até 31 de dezembro de 2022.

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06 Nov 2021 - 20h52 | Atualizado em 06 Nov 2021 - 20h52

Nesta sexta feira (5),  o governo anunciou a redução temporária de 10% das alíquotas do Imposto de Importação incidentes sobre boa parte das compras externas do país, antecipando de forma unilateral iniciativa em negociação com os parceiros do Mercosul enfatizando que o Brasil tem urgência em lidar com a aceleração da inflação.

Abrangendo cerca de 87% do universo tarifário do país, a medida valerá inicialmente até 31 de dezembro de 2022.


Porto de Itaqui (MA), um dos principais destinos de grãos pelo Arco Norte (Foto: Reprodução/Reuters)


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O objetivo, contudo, é que o corte se torne permanente a partir de um entendimento a ser pactuado no Mercosul nos próximos meses, segundo autoridades da equipe econômica.

"A razão de termos tomado essa medida agora, antes de que tenhamos um consenso entre os quatro membros do Mercosul é a necessidade e urgência de atuar sobre a inflação", afirma o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Roberto Fendt, para Jornalistas, salientando que não há "ilegalidade" na iniciativa do Brasil.

Segundo ele, o corte tarifário foi definido em linha com negociação já feita com a Argentina e o Paraguai. O objetivo agora é chegar a um entendimento com o Uruguai para que, a partir de um consenso no bloco, a iniciativa seja incorporada de forma permanente à Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul.


Paulo Guedes. (Foto: Reprodução/Reuters)


Lucas Ferraz, Secretário de Comércio Exterior, disse que o Brasil defendia que a redução tarifária abarcasse 100% da pauta de importação mas que, a pedido da Argentina, ficaram de fora produtos de regimes especiais --vestuário, calçados, lácteos e pêssegos-- além de veículos e peças com tarifa acima de 14%.

Segundo ele, estima-se que  a redução das tarifas anunciadas nesta sexta-feira tenha um impacto de -0,3% no nível de preços de longo prazo (10 a 15 anos) da economia brasileira.

 

Foto/Reprodução:. Navio cargueiro descarrega soja no porto de Paranaguá, no Paraná. (Reprodução/Reuters)

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