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China e Rússia se opõem a projeto dos EUA de isenção a sanções humanitárias

China e Rússia votam contra projeto dos EUA que prevê isenções humanitárias a sanções ao regimo do Talibã, no conselho de Segurança da ONU. Três países aliados dos EUA também se opuseram ao projeto.

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21 Dez 2021 - 11h22 | Atualizado em 21 Dez 2021 - 11h22

A China e a Rússia bloquearam nesta segunda-feira(20), o projeto de resolução dos Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU que previa isenções humanitárias às sanções econômicas impostas ao Afeganistão, de acordo com fontes diplomáticas.



Presidentes da China e da Rússia, Xin Ji Ping e Vladimir Putin.(Foto:Reprodução/Mikhail Svetlov)


"Eles querem suprimir" um parágrafo que dar poder ao Comitê de sanções autorizar "isenções ao embargo de bens" se for decidido que "a mesma é necessária para facilitar uma ajuda maior" àquele país. Disse um diplomata que não quis se identificar a AFP. A China, que "se opõe por principio as sanções, é contra um mecanismo de isenções caso a caso", disse outro diplomata não identificado.


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Os EUA não esperavam o bloqueio, segundo fontes diplomáticas, os EUA esperavam a aprovação do projeto pelos outros 14 membros do Conselho de Segurança, para poder levar a votação hoje(21). "Atualmente, não há nenhuma isenção humanitária ao regime de sanções" que foi imposto ao talibã em 2015, e quando os colaboradores precisam "realizar transações financeiras com ministérios administrados por pessoas sancionadas, violariam essas sanções". Expliocu outro diplomata que não quis ser identificado.

Desde o retorno do Talibã ao poder, em meados de agosto, os EUA congelaram 9.5 bilhões de dólares do banco central do Afeganistão.

O Banco Mundial havia suspendido até o fim de agosto sua ajuda a Cabul, capital do Afeganistão, voltou atrás e anunciou dia 10 uma ajuda humanitária de 280 milhões de dólares voltada ao Unicef e ao Programa Mundial de Alimentos, para que as duas agências distribuam recursos que ajudem o Afeganistão. No entanto, especialistas dizem que o montante não é suficiente dado ao grande colapso financeiro e econômico do país.

O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Martin Griffiths, disse numa reunião ministerial no Paquestão que, "A necessidade de liquidez e estabilização do sistema bancário é urgente, não apenas para salvar o povo afegão, mas também para permitir que as organizações humanitárias façam o seu trabalho".

No entando, não foi só a China e a Rússia que se opuseram ao projeto americano. Além deles, a índia, França e o Reino Unido também se opuseram ao projeto de resolução apresentado pelos EUA. índia, França e Reino Unido são tradicionais aliados dos EUA no Conselho de Segurança supreendendo com o veto. Segundo fontes diplomáticas, esses países tem "preocupações relacionadas a um possível uso abusivo das isenções sem um mecanismo de controle sólido e sem prazos". Explicou um diplomata.

As missões doplmáticas dos EUA e da China não responderam ao pedido da AFP para comentar o ocorrido.

Fote Destaque: Integrantes do Talibã em Cabul. Reprodução: EFE/EPA/STRINGER

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