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Macron sugere envio de tropas ocidentais para ajudar a Ucrânia

Na segunda-feira (26), em conferência que reuniu representantes de 27 países da União Europeia, o presidente francês Emmanuel Macron levantou a possibilidade de enviar tropas ocidentais para a Ucrânia

27 Fev 2024 - 11h51 | Atualizado em 27 Fev 2024 - 11h51
Macron sugere envio de tropas ocidentais para ajudar a Ucrânia Lorena Bueri

A Conferência sobre ajuda à Ucrânia teve início com a participação de mais de vinte chefes de Estado e de governo da União Europeia. Emmanuel Macron, em uma de suas falas, enfatizou que as decisões adotadas pelos membros da cúpula costumam estar defasadas de seis a oito meses, o que resulta em uma resposta que não atende de maneira adequada às urgentes necessidades ucranianas. O presidente francês ressaltou a importância de agilizar os processos decisórios para garantir uma assistência mais eficaz e oportuna ao povo ucraniano.


Macron e outros líderes durante a Conferência (Foto: reprodução/Reuters/Gonzalo Fuentes)


Macron pontuou que vários dos líderes presentes antes falavam sobre a urgência de enviar sacos de dormir, capacetes e utensílios médicos, mas  agora já discutem o que fazer para suprir a necessidade de envio de mísseis e tanques. Na perspectiva do presidente da França, o erro dos líderes europeus é não se antecipar para os possíveis desdobramentos da guerra, e ele foi categórico quanto ao fato de que a possibilidade de envio de tropas ocidentais não pode mais ser descartada.

Líderes europeus descartam a ideia

No entanto, o posicionamento de Macron causou inquietação nos outros líderes presentes, já que o envio de tropas envolveria os países diretamente na guerra, o que seria diferente do apoio oferecido até o momento. Após a conferência, representantes de diversos países fizeram suas declarações.

O Primeiro-Ministro eslovaco Robert Fico, afirmou, após a reunião, que não existe nenhum consenso acerca da possibilidade de enviar tropas europeias para participar do conflito. Corroborando, a Espanha expressou sua falta de concordância em relação à proposta de enviar tropas de países europeus para o território ucraniano, embora tenha admitido que existe "urgência" em acelerar o envio de equipamentos militares para Kiev. 

Nesta terça-feira (27), um representante oficial do governo britânico informou que não há intenções imediatas de deslocar mais soldados para Kiev. Ele argumentou que o Reino Unido já possui um contingente reduzido de funcionários no país, prestando apoio às forças armadas ucranianas, especialmente em termos de treinamento médico. 

Além disso, o premier sueco, Ulf Kristersson, cuja nação está prestes a se juntar à OTAN após aprovação da Hungria, afirmou que a questão do envio de tropas não está sendo discutida atualmente.

Possibilidade de progresso

Ainda que os chefes de Estado europeus tenham, por hora, descartado a possibilidade sugerida por Macron, a reunião trouxe perspectivas de progresso no que tange ao envio de munição para a Ucrânia.


Restos de mísseis e outros armamentos em Toretsk, Ucrânia (Foto: reprodução Getty Images/Pierre Crom)


Em uma declaração, o presidente francês revelou a formação de uma nova coligação com o propósito de realizar o fornecimento de bombas e mísseis de médio e longo alcance para a Ucrânia. Macron afirmou que os líderes da União Europeia e os representantes governamentais optaram por ampliar os esforços na área de munições, visando obter resultados mais ágeis e concretos nas oito coligações já existentes.

 

Foto Destaque: Macron em um de seus momentos de fala (Reprodução/Reuters/Gonzalo Fuentes)

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