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Ciclone extratropical no RS: número de mortes sobe para 21

Fenômeno, que se formou na segunda-feira (04), afetou 67 cidades do Rio Grande do Sul e já deixou 1.650 desabrigados; residentes de Muçum e Rosa Sales guardam resgate em cima de telhados.

05 Set 2023 - 21h40 | Atualizado em 05 Set 2023 - 21h40
Ciclone extratropical no RS: número de mortes sobe para 21 Lorena Bueri

Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou 21 mortes resultantes do ciclope extratropical que atingiu o estado na última segunda-feira (04). Cerca de 15 óbitos deste total ocorreram na cidade de Muçum, local que teve mais de 85% do seu território impactado pelas águas.

Segundo a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros encontrou os corpos de Muçum, nesta terça-feira (05), durante a vistoria de uma casa. As outras seis mortes, que teriam ocorrido em cidades do Norte do RS, foram confirmadas tanto na segunda (04), quanto na terça.

Impactos do ciclone extropical

O ciclone, que teve origem em um sistema de baixa pressão, provocou chuvas fortes tanto em municípios do Rio Grande do Sul, como em Santa Catarina. Além das 21 mortes confirmadas, este fenômeno já é responsável por afetar 67 cidades, deixar 2.984 desalojados e 1.650 desabrigados.


Ciclone extratropical deixa mais de 1000 pessoas desabrigadas.

Ciclone extratropical deixa mais de 1000 pessoas desabrigadas. (Foto: Reprodução/OGlobo).


Na cidade de maior impacto, Muçum, os residentes tiveram que se instalar em cima de telhados e forros das casas até o resgate, já que o aumento do nível da água chegou a alagar diversas residências e estabelecimentos da cidade. Em prol da segurança dos moradores, a energia elétrica da região foi cortada. Segundo a prefeitura, também não há sinal de telefone e as entradas para Muçum encontram-se interditadas.

Além desta cidade, outras áreas de RS foram afetadas pelo ciclope, como Roca Sales, Farroupilha e Nova Roma do Sul, Nova Prata e Cruz Alta. As informações obtidas até o momento apontam que o fenômeno, além de levar ventos fortes, foi responsável por alargar estas regiões ao ponto de casas serem levadas pela correnteza.

Resgates e ações de apoio

De acordo com a Defesa Civil estadual, nesta terça-feira (05), foram realizados resgates no Vale do Taquari, com o auxílio de cinco aeronaves. No entanto, regiões como Muçum e Cruzeiro do Sul, ainda apresentam residentes em situação de risco.

O sistema da entidade indica que 16 pessoas não encontradas por familiares foram cadastras. Além disso, a Defesa Civil acredita que, com a diminuição do nível da água e a chegada de mais equipes, novas mortes podem ser confirmadas.  

Em uma live desta terça (05), o presidente Lula Inácio da Silva afirmou que “queria dar um comunicado ao RS. Amanhã [quarta-feira (6)], o chefe da Defesa Civil vai ao Rio Grande do Sul. E mais uma vez, dizer ao povo gaúcho que estamos prontos para ajudar naquilo que for necessário".

Além do chefe da entidade, helicópteros da Brigada Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal serão enviados para atuar em ações de apoio as cidades.

Foto destaque: Enchente em Muçum, causada por ciclone extratropical, alaga cidade e deixa 15 vítimas. Reprodução/Mateus Bruxel/Agência RBS.

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