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Exclusivo: Michel Joelsas revela detalhes de “Últimas Férias”, “Fuzuê” e atual momento da carreira

Em entrevista exclusiva ao Lorena.R7, o ator Michel Joelsas contou detalhes sobre Eric, personagem da nova série nacional da Star+, "Últimas Férias", Francisco, da novela "Fuzuê", o atual momento da carreira e muito mais; confira na íntegra

10 Dez 2023 - 12h30 | Atualizado em 10 Dez 2023 - 12h30
Exclusivo: Michel Joelsas revela detalhes de “Últimas Férias”, “Fuzuê” e atual momento da carreira  Lorena Bueri

Imagine que você está finalizando o ensino médio em um ótimo momento nos esportes, com grandes e promissoras oportunidades para o futuro. Para comemorar, você e seus amigos resolvem fazer uma viagem de férias para a casa de praia de uma das amigas do grupo, as últimas férias juntos. Na viagem acontece de tudo que você poderia ou não imaginar…inclusive a morte misteriosa de um dos seus amigos. Essa é a premissa de “Últimas Férias”, nova série nacional de suspense da Star+. 

Em entrevista exclusiva ao Lorena.R7, o ator Michel Joelsas revelou detalhes sobre Eric, seu personagem em “Últimas Férias” (com direito a spoilers). O paulistano, de 28 anos, também conversou conosco sobre Francisco, que dá vida em “Fuzuê”, novela das 19h da TV Globo, além da estreia nacional do longa “Meu Casulo de Drywall” na Mostra de Cinema de São Paulo, e como dimensiona o atual e especial momento que está vivendo na carreira, que já acumula quase 20 anos de estrada. 

A entrevista a seguir possui spoilers sobre “Últimas Férias” nas respostas 2 e 3. Se ainda não maratonou a série, cuidado para não receber informações reveladoras! 

Confira a entrevista na íntegra abaixo

 

1- "Últimas Férias", nova série do Star+, estreou há pouco tempo e já é um grande sucesso de público. Como tem sido receber reviews tão positivos?

“Olha, eu vou ser muito sincero: ‘Últimas Férias’ é um dos trabalhos que eu mais morro de orgulho na minha carreira! E não só eu, todo o elenco. A gente sente isso, mas o público tem mostrado isso também. 100% das críticas que a gente recebeu, que eu recebi, de amigos, de não amigos, do que eu li no Twitter, são muito positivas. 

A série pegou todo mundo. A galera dá play, meio que pra conhecer a série e não consegue não maratonar! Tem esse efeito de maratonar, dessa necessidade de ver até o fim. E em todos os sentidos, a galera elogia as atuações, o roteiro, a direção, a fotografia, a arte…e acho que o mais interessante é que também as pessoas estão conversando e discutindo sobre esses personagens e essas situações. Está gerando um certo debate. 

Por exemplo, uma coisa que eu gosto muito na série é que todos os personagens são falhos, eles têm certo desvio de caráter, e as pessoas começam a conversar sobre isso. Eu recebi muitas mensagens de amigos, às 3h da manhã, que eles estavam maratonando e tinham que trabalhar cedo (risos), eles perderam o horário de dormir e ficaram maratonando e falando ‘Acho que foi não sei quem!’ ‘Acho que foi tal personagem que matou’, ‘Não, foi outro personagem!’. E isso é sensacional! A gente faz série pra acessar o público, e a nossa, graças a Deus está acessando. E a gente morre de orgulho desse trabalho. Então, está sendo incrível! Muito satisfatório, dá muita gratidão receber esses reviews, tanto de performance, de qualidade, quanto de catarse do público.”


Cartaz de "Últimas Férias" (Foto: reprodução/Star+)


2- Eric é um personagem repleto de camadas. Pode apresentá-lo ao público que ainda não maratonou "Últimas Férias"?

“Vamos lá! O Eric é um personagem muito complexo. Ele é um menino de 17 anos, que tem vários sonhos, que tem mulheres muito fortes na vida dele, que são a Ana e a Dora, e são mulheres que ele quer o tempo inteiro se provar para elas. 

Ao mesmo tempo, ele acredita muito nas relações afetivas dele, tanto de amizade quanto maternal, todas as relações afetivas. Ele acha que as relações são muito puras, ele tem uma certa ingenuidade. E acho que a beleza do Eric na série é que a vida vai mostrar pra ele que essas relações não são tão puras assim, e aí vai evocar o caráter dele. É a jornada do herói ou do anti-herói. 

A vida evoca o nosso caráter de acordo com os acontecimentos dela. E pro Eric, vai evocar de uma maneira surpreendente, porque todas as crenças dele são quebradas muito rápido na série. As grandes crenças do inconsciente do Eric, as grandes crenças das relações afetivas dele são completamente quebradas. E aí surge um novo Eric, que tem que aprender a se defender, tem que aprender a se colocar em primeiro lugar, a fazer o que for preciso e possível pra conseguir o que quer, ou pra se defender dos quereres dos outros também, então ele aprende a se defender. 

E agora, alerta de spoiler! Pra quem não viu a série, então acho melhor não continuar lendo! Para quem viu: quais são essas crenças que são quebradas no Eric? De um menino ingênuo ele passa a ser um menino com quase certos traços de sociopatia. Porque em dez minutos de série ele descobre que a namorada dele o trai com o melhor amigo dele, o melhor amigo dele o incrimina com o doping (que é do próprio amigo), então já são duas relações afetivas completamente quebradas. 

Ele descobre que a namorada tem uma vida dupla e ele nunca percebeu (que é um OnlyFans e tudo mais). Depois ele, alucinado, vê o pai se matar de novo, e ao mesmo tempo, a mãe dele tem um caso com a namorada dele. Então todas as relações afetivas de confiança dele são quebradas, então ele entende que confiar no ser humano não é mais possível. Ele só vai confiar nele e a partir de ‘hoje’ ele vai usar essas relações em benefício próprio como as outras pessoas usam.”


Michel Joelsas como Eric, em "Últimas Férias" (Foto: divulgação/assessoria/Condé+)


3-Ainda sobre Eric, quais foram os maiores desafios de interpretá-lo?

“O Eric foi o personagem de maior curva dramática que eu já peguei na minha carreira. Nele acontece muita coisa que eu nunca imaginei! Alerta de spoiler! Eu não sei o que é uma mãe ficar com a namorada do filho, não sei o que é um melhor amigo o incriminar em um processo criminal, eu não passei por isso. Então eu tive que usar uma imaginação muito grande e ter uma empatia enorme pra entender o que esse cara passa. Isso é um grande desafio, por ser muito distante de mim. 

E ao mesmo tempo ele é um personagem que muda muito e que pra série funcionar…alerta de spoiler: não podem saber que ele está envolvido. Então, eu tentei deixar ele, no início da série, um cara ‘panguão’, sem sal, pau mandado da Ana, da mãe, pra galera pensar: ‘nossa, muito bonzinho, muito inofensivo’ e lá na frente ter essa grande mudança. 

Então eu praticamente construí dois personagens. Na verdade, não, mas ele muda, então é como se fossem dois. Um ‘panguão’, que faz o que a namorada quer, com uma voz até mais solar, mais boba, como se fosse um bobo da corte (se fosse ter um arquétipo). Depois ele acaba virando um cara extremamente esperto, inteligente, manipulador, frio, que segura as emoções, controla as emoções do outro, faz pressão em benefício próprio, que evita a própria dor e para de confiar nas relações humanas. Então, são duas personalidades muito diferentes de mim. Acho que essa foi uma grande dificuldade, essa curva dramática dele. Isso é muito distante e diferente.” 

 

4- O final de "Últimas Férias" trilha um caminho para uma possível segunda temporada. Já sabe algo sobre continuação? Nos dê um spoiler!

“Olha, eu não sei se vai ter uma segunda temporada ou não, apesar de abrir o caminho. Eu espero muito que a galera assista, e eu queria até pedir pra galera assistir, divulgar, falar pra todo mundo sobre a série, que esse é o caminho pra gente ter uma segunda temporada. 

Agora, eu já até falei pro Daniel Lieff, que é nosso diretor geral, nosso showrunner, nosso maestro, que se tiver uma segunda temporada, eu tenho muita coisa que eu gostaria de apresentar, que eu penso de drama, pro Eric. Tem muita coisa interessante que pode acontecer. Tem muitas perguntas: ele está com a Ana? Ou não está? Ele está de verdade com ela? Tá por benefício próprio? Tá porque eles são parceiros de crime? Ou não está e é de fachada? Ou não gostaria de estar mas precisa, porque eles não conseguem não ficar juntos, apesar de tudo? Uma relação muito tóxica. 

E em relação à mãe? Em relação ao crime que ela fez e ele acha que foi ele? Será que ele tem alguma sede de vingança, em relação à Ana e à mãe? Ou alguma coisa sádica em relação a isso, ou não? Ou será que ele simplesmente foge e vai viver em outro lugar? 

Em relação à sexualidade dele, será que ele se liberta um pouco mais? Ou não? Então, que Eric que a gente pode ver na segunda temporada? Um Eric que está tentando voltar a confiar nas pessoas? Esse Eric mais pacífico e tranquilo, um menino de luz que a gente vê nos primeiros três ou quatro episódios da série? Ou vai ser um Eric que vai pisar mais fundo nesse lugar de interesse próprio? Nesse quase egocentrismo de: ‘Eu vou usar as relações pra me defender, pra conseguir o que eu quero. Ninguém presta na vida, no mundo. Não dá pra confiar em ninguém, então só vou confiar em mim mesmo. A minha ética vai ser meu egoísmo ético, essa é minha nova ética.’ Que Eric que vai vir? Eu não sei, mas eu gostaria de…eu confesso que eu tenho desejo, já tenho muita vontade de escrever e dirigir, lógico que não dirigia ‘Últimas Férias’, mas eu tenho muita vontade de contribuir pra essa trama do Eric, em uma segunda temporada, caso tenha.”


Assista ao trailer de "Últimas Férias" (Reprodução/YouTube/Star+ Brasil)


5- No momento, o público pode te assistir como Francisco e como Eric, dois personagens completamente diferentes. Com qual você mais se parece?

“Ótima pergunta (risos)! Pra ser sincero, eu não me considero parecido com nenhum dos dois. O Francisco é um cara que tem muito privilégio e não enxerga muito além do próprio mundo. E agindo de coração ele acaba errando, muitas vezes, nesse sentido. Ele quer proteger a família e tudo mais, mas ele deixa de enxergar um pouco o resto do mundo, como o mundo funciona, as outras pessoas, a humanidade das outras pessoas, de certa maneira. Falta uma consciência social. 

O Eric é um cara que fica completamente cinza. E age em prol do próprio interesse, em prol da autodefesa. O Eric é um cara que funciona de acordo com as próprias defesas. Então, nenhum dos dois. Mas eu acho que no começo de ‘Últimas Férias’, o Eric tem um lugar um pouco mais solar, com um pouco mais de brilho. Um cara que realmente acredita nas relações, e diferente dele, eu não acredito de uma maneira ingênua, mas eu acho que sou mais parecido com ele nesse sentido, de valorizar as amizades, de enxergar a parte mais humana das pessoas, de gostar dessas relações que são um pouco mais profundas, verdadeiras, que tem uma troca de verdade. Eu amo estar com meus amigos e movo montanhas por pessoas que eu amo, e vice-versa. Então, eu valorizo muito isso, essas relações. Então se fosse para escolher um, eu escolheria o Eric do comecinho da série."

 

6- Por falar em Francisco, "Fuzuê" é sua primeira novela após "Malhação - Sonhos". Como tem sido voltar a trabalhar neste formato?

"Eu não achei que eu fosse ficar tão apaixonado por fazer novela como eu estou me sentindo aqui em ‘Fuzuê’. Eu tô muito feliz! Eu tô me divertindo demais. Eu tenho, graças a Deus, um texto maravilhoso, atores e companheiros de cena sensacionais, eu aprendo demais, e é tudo muito feliz, muito divertido. É leve fazer novela. 

Tô aprendendo e crescendo muito como ator, e ao mesmo tempo, tem uma coisa que eu acho muito gratificante: que é o contato e a resposta do público, que em uma obra fechada você não tem. A novela não tá escrita até o fim. A gente vai recebendo capítulos de semana em semana. Você não sabe pra onde o seu personagem vai. Então a gente vai fazendo e o público vai reagindo, e a novela é escrita de acordo com o que o público reage, de certa maneira. E essa reação do público, escutar o que eles acham do seu personagem, tanto nas redes, quanto na rua. Você sair na rua e a pessoa olhar pra você e estar engajado com a tua trama, e você começar a moldar e ver o que você tá criando e o que está chegando nas pessoas, isso é sensacional, é demais! O teatro te dá isso e a TV também dá, diferente de série e filme, que a gente termina de filmar um ano, às vezes, antes de lançar. Então, essa criação junto com o público eu estou amando, tô amando fazer novela, estou aprendendo muito. 

Pra quem tiver vendo ‘Fuzuê’ inteira, tem vários Franciscos na tela. Tem o Francisco que já foi gato e rato com Soraya, tem o Francisco que tá mudando e começando a se apaixonar pela Soraya de verdade, querendo mudar, melhorar. O Francisco que é extremamente defensor da família e pra isso ele vai agir de coração, mas de uma maneira mais dura. Ele age certo por linhas tortas às vezes…enfim, isso eu tô amando, tô amando esse contato com o público e amando poder experimentar e me divertir, com um texto tão gostoso e tão leve.”


Michel Joelsas como Francisco de Braga e Silva, de "Fuzuê" (Foto: divulgação/assessoria/Condé+)


7- Em quase vinte anos de carreira, você já passeou por gêneros como drama, suspense, distopia, romance e agora, em Fuzuê, apesar da complexidade de Francisco, tem um tom mais leve e engraçado. Pra você, quais as principais diferenças de atuar em cada gênero?

“Cara, cada gênero é uma linguagem e exige muita coisa diferente da gente. Mas drama, por exemplo, eu fiz muito drama na minha vida, eu tenho uma certa experiência. Eu amo fazer drama, foi a minha escola. E ao mesmo tempo eu tenho um certo conforto, por já ter tido experiência e apesar do desafio de cada projeto ser diferente, eu sei que, no fundo, eu faço isso bem. Eu não sei como, mas de alguma forma eu vou criar, vou entregar algo interessante pro público no drama. 

Suspense é sensacional, porque é uma certa manipulação de público, pra levar o público a pensar, então, você não cria o personagem só pelo personagem, você obedece e respeita muito o roteiro. Distopia tem que ter uma imaginação incrível, porque é um mundo diferente do que a gente vive. E tem que estar muito aliado ao tema que a gente está falando, pra fazer. Mas acima de tudo, essa imaginação. Romance é romance, é leve. Você tem que colocar carisma, e é lindo porque eu acho que evoca as nossas lembranças como ser humano, como Michel, dos romances que eu vivi, que vi pessoas vivendo, né? Tem que buscar na parte mais bonita da vida, pra colocar e criar aquele personagem, no trabalho, coisas que a gente viveu ou viu, ou música, ou livros, que a gente lê personagens…é uma pesquisa leve, é bonita. 

E ‘Fuzuê’ é uma linguagem que…é uma novela, e novela ‘das sete’, as pessoas não necessariamente assistem olhando pra tela. A pessoa que assiste, ela quer se divertir, não necessariamente entrar num tema complexo, de discussão, que às vezes o cinema pôde trazer, ou uma série pôde trazer. Elas querem uma leveza, se divertir. E o público só vai se divertir se a gente estiver se divertindo também. Então, eu acho que o maior desafio pra mim, foi aprender a fazer novela nesse lugar de só se divertir, né? Deixar o nosso carisma fluir em cena e aproveitar esse texto, que é maravilhoso, pro público se divertir também. Novela é leve, acho que por isso que eu tô apaixonado e gostando tanto de fazer. 

Além de que novela é a alma do Brasil, né? E é uma delícia você poder fazer algo leve e divertido falando com a alma do povo brasileiro, e tendo essa resposta de como está tocando neles. De, às vezes no mercado a pessoa dá um feedback pra você em relação ao seu personagem, ou te dá uma bronca porque não gostou do que seu personagem fez na novela, do que ele fez com outro personagem, ou dá parabéns e fala que gostou do casal, dá opinião sobre a vida. Enfim, é sensacional essa conexão com essa alma do povo brasileiro.”

 

8- Recentemente o filme "Meu Casulo de Drywall", que teve estreia internacional no festival South by Southwest, no Texas, fez sua estreia nacional na Mostra de Cinema de São Paulo. Qual foi a sensação de exibir a produção para o público brasileiro?

“Eu tenho muito orgulho do cinema nacional, que também é minha paixão. Eu admiro muito filmes que fazem o público pensar e ser acessado. Eu acredito que o cinema, de certa forma, é uma cura, porque aqueles personagens vivem coisas que às vezes a gente não sabe identificar na gente, mas quando a gente vê na tela, a gente sente aquela emoção, que o personagem tá sentindo, na gente. E quando a gente sente essa emoção, de certa forma, cura esse assunto dentro de nós. Por exemplo, às vezes você vê um relacionamento que é muito difícil e o personagem consegue vencer isso, e quando você vê você pensa: ‘Eu consigo vencer, eu passei por isso. Eu sei o que esse personagem tá passando, eu me identifiquei.’ 

Eu acredito muito no nosso cinema, na qualidade do nosso cinema e na potência. E acho que ‘Meu Casulo de Drywall’ tocou as pessoas nos Estados Unidos, em um grande festival de cinema, o South by Southwest, e ao mesmo tempo, aqui. Aconteceu uma coisa maravilhosa na Mostra de Cinema de São Paulo, que acabou a sessão e as pessoas ficaram sentadas, ficaram 10 minutos sentadas, pensando sobre a vida, refletindo, sabe? Eu acho isso maravilhoso, é um ótimo sinal de recepção do público. E não é um filme leve, né? 

As pessoas me escreveram pra falar do filme, pensando sobre. Meu primo me mandou um áudio de 10 minutos, inclusive ficou conversando com a diretora depois da sessão, com a Carol Fioratti, que é uma gênia, 40 minutos. Então acho que essa é a potência. A sensação é de ter muito orgulho do nosso audiovisual, do nosso cinema, da nossa potência…e ao mesmo tempo rola uma curiosidade pra saber cada vez mais porque o público tá ficando 10 minutos dentro da sala de cinema depois de ver o filme. O que que passa, quais são essas questões…acho que esse debate, é uma sensação muito gratificante de ver essa reação do público e uma curiosidade pra tentar aprofundar também.”


Michel Joelsas e Mari Oliveira em "Meu Casulo de Drywall" (Foto: reprodução/B9)


9-Em 2023 o público pôde te acompanhar em "Inverno", "Fuzuê", "Meu Casulo de Drywall" e "Últimas Férias". Como dimensiona esse momento da carreira?

“Olha, carreira artística, ser ator, contar histórias, ser um contador de histórias, é um sonho pra mim, e que eu tô vivendo, graças a Deus. E não tem coisa mais linda que a gente poder viver nossos sonhos através de projetos tão legais também, tão incríveis. 

Eu acho que se eu ganhasse na loteria hoje, sei lá, R$150 milhões na loteria, eu tenho certeza, eu não pararia de atuar. É a minha paixão, eu amo fazer isso. E é muito lindo, é de brilhar o olho. Nossa alma brilha quando a gente está fazendo o que ama e estando em tantos projetos diferentes. 

Esse ano eu ainda tive o prazer de descobrir que eu tenho um prazer enorme, uma paixão por fazer novela também, e me fez sonhar ainda mais alto, sabe? Ter vontade também de ter uma carreira internacional, contar histórias fora, ter vontade de levar nosso cinema pra todo o Brasil e fora do Brasil também, fazer muita novela ainda e conversar muito com o público, ter diálogo com essa alma do povo brasileiro, que é a novela. 

E pra ser sincero, eu já fui muito ansioso. É muito difícil a nossa carreira. Eu pensava muito sobre, e agora eu tô deixando um pouco de controlar as coisas, tô deixando Deus me levar e acho que essa fé, essa confiança, cada um chama de uma coisa, em Deus, no universo, na vida...e quando eu digo confiança eu tenho o coração pleno mesmo. Eu acho que é uma das coisas mais bonitas, mais sensacionais de se viver, eu acho que é esse momento de carreira que eu tô. Não sei o que vai ser daqui pra frente, mas eu sinto que coisas muito incríveis podem acontecer e eu tô muito grato por estar vivendo tudo isso em todos esses projetos, grato mesmo. Vamos ver quais são os próximos capítulos, né? Os próximos capítulos do nosso roteirista da vida, que projetos que virão, que histórias, que pessoas que vão cruzar o caminho…acho que é isso.”

 

Foto destaque: Michel Joelsas (Foto: Sergio Santoian/Instagram/@s_santoian)

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