Saúde

Variante ômicron causa poucas internações na África do Sul

A África do Sul apresenta alta no número de casos da variante ômicron de covid-19. No entanto, o número de internações e mortes por causa da doença são baixos.

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17 Dez 2021 - 17h13 | Atualizado em 17 Dez 2021 - 17h13

Autoridades de saúde da África do Sul afirmam que a variante Ômicron de covid-19 ocasionou aumento de casos da doença no país. No entanto, há poucos casos de internações ou mortes relacionadas à doença quando comparada à outras variantes do novo coronavírus. Nesta quarta-feira (15), o país bateu recorde de contágio da doença desde o início da pandemia, por causa da proliferação acelerada da nova variante.

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Em coletiva de imprensa, a representante do NICD (Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis), Michelle Groome, contou que: “As hospitalizações não aumentam em um ritmo tão dramático [...], estamos começando a ver alguns, mas aumentos relativamente pequenos nas mortes”. Outra representante do NICD, Wassila Jasset, relatou que o total de pessoas que necessitam de oxigênio é menor do que em ondas anteriores de covid-19, como a cepa original da doença e a variante delta. “Os pacientes parecem permanecer por um período mais curto”, afirmou Wassila.


Charge ilustrando a proteção contra a covid-19 e demais variantes da doença. (Foto: Ilustração/ IStock)


Joe Phaahla, ministro da saúde da África do Sul, declarou que os dados sobre a nova variante não significam que a ômicron seja menos virulenta, mas sim que os imunizantes evitam casos mais graves da doença. A variante ômicron se originou na África do Sul e em Botsuana em novembro de 2021, indicando ser mais contagiosa do que outras cepas do novo coronavírus. Sobre a vacinação no país, um terço da população está completamente imunizada. Já entre idosos acima de 60 anos, 66% das pessoas estão totalmente vacinadas.

Foto Destaque: Imagens ilustrando os cuidados contra a covid-19 na África do Sul. Reprodução/ IStock

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