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Trump anuncia sua própria rede social após ser banido do Facebook e Twitter

A ideia da Truth Social surgiu após Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, ser banido do Twitter e das redes sociais do Facebook por disseminar notícias falsas e incitar a violência.

3 min de leitura
21 Out 2021 - 22h30 | Atulizado em 21 Out 2021 - 22h30

O ex- presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou na última quarta-feira (20) seus planos de lançar uma rede social chamada a ‘Truth Social’ (em português, a “rede social da verdade”). A intenção do bilionário veio após ser banido do Twitter e do Facebook por disseminar informações falsas e incitar ódio e violência, que levou seus seguidores a invadir o Congresso após o fim de seu mandato, em janeiro.

 

Segundo um comunicado feito pela Trump Media and Technology Group, o objetivo da plataforma é “enfrentar a tirania das Big Techs”, e que os testes da versão beta começarão ainda em novembro. O lançamento oficial deve ocorrer apenas no primeiro trimestre de 2022.


"Vivemos em um mundo onde o Talibã tem uma grande presença no Twitter, mas seu presidente americano favorito foi silenciado. Isso é inaceitável", acrescentou o ex-presidente, que teve dois pedidos de impeachment durante o fim de seu mandato. 

 


Trump é banido permanentente no Twitter (Foto: Getty Images/Reprodução)



Banimentos nas redes sociais


O Facebook e o Instagram suspenderam até 2023 a conta de Trump, entretanto, no Twitter, considerada a rede social favorita do ex-presidente, onde acumulava mais de 88 milhões de seguidores,  sua suspensão é permanente por conta do “risco de mais incitação à violência”. Trump sofreu ainda restrições de outras plataformas, como Youtube e Snapchat.


Após as suspensões, Donald Trump tem buscado alternativas de recuperar a sua influência na internet, iniciando vários protestos contra as redes sociais.


 

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Pedido de impeachment

 

A votação para o segundo pedido de impeachment ocorreu em 13 de fevereiro de 2021, sendo rejeitado pelo Senado em uma votação em que era necessário 2/3 dos votos a favor – 67 dos 100 senadores – o que não foi suficiente, recebendo 57 votos divididos entre democratas e republicanos.

 

Foto Destaque: Donald Trump tenta recuperar sua influência na internet. Reprodução/ Reuters/Jonathan Ernest

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