Bem Estar

SpiN-TEC: Vacina brasileira contra COVID-19 em 2022

Segundo a Universidade Federal de Minas Gerais, caso os testes confirmem a segurança e a eficácia, o imunizante brasileiro, SpiN-Tec, deverá chegar ao mercado em 2022

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02 Set 2021 - 15h39 | Atualizado em 02 Set 2021 - 15h39

A Prefeitura de Belo Horizonte repassou nessa semana a terceira parcela de R$ 6 milhões para os estudos da vacina contra a Covid-19 chamada de SpiN-TEC, desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O Termo de Patrocínio assinado em junho deste ano estabelece que a administração da capital repasse R$ 30 milhões, prevsitos até dezembro de 2021, para a pesquisa nas fases clínicas 1 e 2. Nestas etapas, os pesquisadores farão a testagem do imunizante em adultos saudáveis sem exposição prévia à Covid-19. A testagem é requisito para a realização da terceira fase dos estudos e a consequente aprovação da vacina junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a UFMG, caso os testes confirmem a segurança e a eficácia, o imunizante deverá chegar ao mercado em 2022. O secretário de Fazenda explica que os recursos repassados serão usados pela UFMG para custear despesas relacionadas à manutenção e experimentos com os animais, compra de reagentes (para avaliação da resposta imune, produção e formulação das vacinas), produção de lotes de teste para análise da Anvisa, supervisão dos ensaios, preparo da documentação de pedido de registro, execução dos testes pré-clínicos e duas etapas dos ensaios clínicos. A pesquisa da UFMG tem as seguintes fases:

·         Produção e formulação das vacinas;

·         Contratação da empresa para supervisão dos processos do estudo;

·         Testes de segurança pré-clínicos;

·         Aprovação na Anvisa;

·         Testes clínicos fase I e II

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Pesquisadores da UFMG observados pelo prefeito de BH, Alexandre Kalil (PSD). Foto: Reprodução PBH


Testes

A UFMG já protocolou a autorização para realização de testes clínicos em humanos (fases 1 e 2) da vacina, após testes com o desempenho do imunizante em animais. A reitora da escola, Sandra Goulart Almeida, disse que o pedido protocolado na Anvisa é um passo crucial, mas que ainda há "um longo caminho a percorrer" até que a vacina chegue aos brasileiros: “É uma vacina com 100% de tecnologia brasileira, e é muito importante que o país tenha protagonismo nesse campo”, disse a dirigente. De acordo com os pesquisadores da universidade  o baixo custo da tecnologia empregada, o que poderá favorecer uma imunização em massa.

Os testes clínicos em humanos têm os objetivos de avaliar a segurança da vacina para identificar se ela provoca ou não efeitos adversos e de comprovar a sua capacidade imunogênica. O imunizante induz uma geração de anticorpos e de células de defesa específicas contra o vírus. Na primeira testagem cerca de 40 voluntários receberão a vacina, e na segunda, entre 150 e 300, todos com as duas doses da vacina Coronavac recebidas há pelo menos seis meses. O método busca avaliar a capacidade de resposta do organismo à terceira dose da vacina. Por ter um método de produção mais simples, essa vacina poderia ser produzida no Brasil.

 

 

Foto destaque: SpiN-TEC: Vacina brasileira contra COVID-19 em 2022 . (Reprodução/UFMG)

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