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Riscos ao fazer cirurgia que diminui testa

Conheça sobre o procedimento Frontoplastia, que reduz o tamanho da testa, especialista conta os aspectos positivos e negativos da cirurgia.

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07 Nov 2020 - 19h02 | Atulizado em 07 Nov 2020 - 19h02

Uma testa maior e mais evidente costuma trazer um incomodo para algumas pessoas, que acham que não traz uma boa harmonização em conjunto com o rosto. Mesmo usando de truques como franjas, ou cortes de cabelos pra esconder e amenizar a aparência, o incômodo permanece, dessa forma, a única opção é a frontoplastia, cirurgia plástica usada para reduzir o tamanho da testa, que teve o dobro de busca nos últimos meses, segundo dados oferecidos pela revista Metrópoles, pela médica Patrícia Marques.

A cirurgiã afirma que é uma das pioneiras da técnica no Brasil, chegando a atender mais de 200 casos, só este ano. Um dos principais objetivos de quem procura essa cirurgia é o aumento da autoestima, e de aceitação.  Basicamente a cirurgia visa avançar o couro cabeludo para frente através de um corte preciso na margem do cabelo, reduzindo o tamanho da testa e adequando ao formato do rosto, harmonizando. Inclusive, esse é o maior pedido dos pacientes de Patrícia, sendo a maioria mulheres com idades entre 18 e 30 anos.

“No meu consultório, notei um aumento nos últimos meses. As pessoas dizem que estão trabalhando em home office e as chamadas de vídeo deixam mais perceptível o rosto e a testa. Já era algo que incomodava e, agora, ficou mais perceptível, motivando a mudança”, relata.


Paciente que realizou frontoplastia mostra marcações. (Foto: Reprodução/ResearchGate)


Mesmo com a grande busca pelo procedimento, dados da especialista não aparecem nos relatórios sobre as cirurgias até 2018 da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da SBCP. Naquele ano quase 1,5 milhão de cirurgias plásticas foram realizadas no Brasil, segundo dados da ISAPS.

Entretanto o procedimento tem os dois lados da moeda, em sua vantagem como dito anteriormente é a redução do tamanho da testa, e a valorização da autoestima no paciente. A cirurgia dura quase uma hora e é irreversível.

Durante o procedimento cirúrgico pode haver complicações, como em qualquer outra, riscos de ocorrer uma trombose, hemorragias, infecções, entre outros. Porém não foi registrado nenhuma complicação mais severa, como paralisia ou alteração nas estruturas faciais.

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“Os nervos motores da face não estão na região operada, então não, não é possível ocorrer uma paralisia. Além disso, a cirurgia por si só não altera feições como a posição dos olhos ou o formato dos lábios. Este tipo de mudança pode acontecer no lifting facial cirúrgico, por exemplo, que envolve incisões nas laterais do rosto, diferente da frontoplastia”, garante Patrícia.

(Foto Destaque: Frontoplastia. Reprodução/Ricardo Maniglia)

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