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Redução da importação de soja dos EUA será feita pela China

O Brasil ganhará maior destaque na importação de soja para a China, enquanto os Estados Unidos da América sofrerá redução em sua importação na safra do produto em questão.

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03 Dez 2021 - 20h15 | Atualizado em 03 Dez 2021 - 20h15

Após o embarque ter atrasado por conta do furacão Ida, a partir desse ano de 2021 e do ano que vem de 2022, com base nos carregamentos dos Estados Unidos onde as importações de soja são realizadas pela China sofrerão uma grande baixa na próxima temporada das colheitas. Com isso, o Brasil que possui maiores volumes aguardados, também terá uma significante diminuição na exportação dos Estados Unidos para a China em 2022.

De acordo com os importadores e analistas, as importações totais de soja dos EUA pela China podem cair consideravelmente 20% das safras de soja, equivalente a menos 30 milhões de toneladas. É exportada anualmente cerca de 45-50% da produção das colheitas dessas safras dos agricultores norte-americanos. Sendo a segunda maior safra conseguida em anos.


Descarregamento de soja nos EUA. (Foto: Reprodução/Dane Rhys/Reuters/FOLHA DE S.PAULO)


Desse modo, ao decorrer do pós-colheita, mais de 70% dos acordos realizados entre o país asiático e os EUA tiveram seu inicio em setembro desse ano e termina nesse mês de dezembro. Conforme informações apresentadas pelos Dados do Departamento de Agricultura dos EUA, em setembro, devido ao furacão Ida houve um prejuízo de grande escala com o carregamento da safra nos portos dos Estados Unidos da América, resultando queda de 81%, em relação ao embarque organizado para a China.

Em outubro, com os dados estudados pela Refinitiv o país norte-americano, aumentou radicalmente os carregamentos em mais de 10 milhões de toneladas, porém há uma perspectiva que no ano que vem o Brasil comece a colocar em prática sua exportação antes do esperado.

 

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O analista Bai Jie da Cofco analisa que: "A safra de exportação dos EUA (soja) teve um início ruim este ano. As margens de esmagamento eram baixas e a demanda não era boa naquela época". Bai completa que: "Em seguida, houve o impacto do furacão Ida. E parte do mercado dos EUA foi espremida pelos grãos brasileiros".

Segundo o analista de divisão de agricultura da Mysteel, Zou Honglin: “O grão americano não terá essa oportunidade nos próximos meses, já que o plantio do grão brasileiro está rápido este ano, o que significa que haverá um grande embarque de grãos para a China no primeiro trimestre de 2022”.

 

Foto Destaque: Colheita de soja. Reprodução/Wenderson Araujo/Trilux/CNA/exame

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