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Fake News: Posicionamento de Tedros Adhanom sobre o carnaval no Brasil em 2022 nas redes sociais é desmentido

Serviços de checagem de Fakes news desmentem notícia sobre o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. A veiculação de informações falsas é considerada ato criminoso e pode gerar consequências negativas graves para a saúde mental da sociedade.

3 min de leitura
27 Nov 2021 - 11h13 | Atualizado em 27 Nov 2021 - 11h13

O serviço de checagem de notícias falsas do "Projeto Comprova” desmentiu, nesta semana, informações amplamente divulgadas nas redes sociais, mais especificamento no facebook e no youtube. A notícia falsa afirmava que o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, orienta a não realização do carnaval no Brasil, em 2022. " Presidente da OMS não recomenda o carnaval em 2022. E agora? Como ficam os políticos,  mídia  e empresários mortadelas, que afirmaram ser crime de  genocídio não seguir o determinado pela OMS?" , dizia a publicação. É importante ressaltar que, o Tedros é diretor-geral da organizaçãoo e não presidente, como afirma a notícia  mentirosa.  

O que se tem de orientações sobre aglomerações em massa, é um  documento publicado em 04 de novembro pela OMS aconselhando que: " a orientação aos governos anfitriões, autoridades de saúde e organizadores de eventos nacionais ou internacionais sobre a tomada de decisões relacionadas à realização de reuniões de massa no contexto da pandemia COVID-19 e sobre a redução dos riscos de SARS-CoV-2 transmissão e pressão sobre os sistemas de saúde associadas a tais eventos, por meio de medidas de precaução específicas. As informações contidas neste documento incluem considerações para o planejamento prático e gerenciamento de reuniões de massa, bem como recomendações técnicas derivadas da orientação da OMS sobre aspectos específicos; estes foram consolidados e ajustados para facilitar sua aplicação ao contexto de reuniões de massa".

Mesmo que o  número de casos de internação e morte por Covid-19 esteja caindo no áis, mais de 70 cidades brasileiras decidiram não fazer a maior festa popular do país. São Paulo já confirmou que a festa será realizada. Cidades com o Rio de Janeiro e Bahia ainda estudam com cautela a possiblidade de cediarem ou não o evento. 

É sabido também que notícias falsas ou caluniosas, além de ser crime, trazem uma série de conseqüências ruins para a sociedade. Neste sentido, a Revista Baiana de Saúde Pública enfatiza que, “as fake news e notícias verdadeiras envolvendo aspectos da saúde da população estão sendo constantemente reproduzidas em redes sociais, como o Facebook, ou aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. No entanto, essas mensagens são, em sua maioria, falsas, podendo prejudicar a saúde da população, interromper terapia medicamentosa, promover supostas medidas curativas e causar efeitos adversos”.


Diretor-Geral da OMS( Foto: Reprodução/instagram)


 

Durante a pandemia de Coronavírus,  grupos anti-vacinas se juntaram para disseminar notícias enganosas com o  intuito de manipular a opinião pública contra a ciência. Os atos atrapalham os trabalhos da comunidade científica. Em outubro deste ano, o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso enviou à procuradoria da República (PGR) um pedido de investigação pedindo a exclusão das contas nas redes sociais do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, por conta de informações divulgadas consideradas mentirosas.

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Informação fake (Foto: Reprodução/Estadão)


Não é de hoje que grandes líderes mundiais prestam desserviço às nações com criação de informações enganosas. Um exemplo é o caso do ex-presidente de uma das maiores potenciais econômicas mundiais, Donald Trump, dos Estados Unidos da América (EUA) que foi, inclusive, banido das três maiores redes sociais da atualidade:  twitter, facebook e instagram.

Para reprimir as  fake news em torno da pandemia, o Ministério da Saúde criou um canal no WhatsApp exclusivo para checar a veracidade das informações veiculadas na internet. Por lá, os usuários podem enviar qualquer notícia ou fotos suspeitas para o número: (061) 99333-8597. O atendimento prestado o cidadão e cidadã é gratuito.  No Brasil, temos ainda diversos veículos de comunicação como o Estadão, G1, UOL que fornecem serviços de checagem de notícias.

 

Foto Destaque: Tedros Adhanom aconselhou não realizar carnaval no Brasil em 2022. Reprodução/CNN Brasil

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