Celebridades

Carla Diaz fala sobre o caso Richthofen: ‘A verdade só eles sabem’

Carla Diaz fala sobre os filmes “ A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” que contam a história do caso de Suzane Von Richthofen.

3 min de leitura
10 Out 2021 - 21h00 | Atulizado em 10 Out 2021 - 21h00

Desde o lançamento dos filmes “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” que contam a história do caso de Suzane Von Richthofen o nome de Carla Diaz é um dos nomes mais falados devido ao sucesso das produções. Em entrevista ao jornal O Dia, a atriz falou como foi interpretar a personagem nas telinhas. "Os filmes mostram as versões ditas no tribunal, mas a verdade mesmo somente eles sabem", falou.


Propaganda dos filmes sobre o caso Richthofen interpretados por Carla Diaz.(Reprodução/Instagram).


Carla disse que para interpretar uma personagem real passou por uma preparação intensa e complexa precisou pesquisar sobre sentimentos que nunca havia sentido. “Essa é uma história que chocou o país, então, sabia da responsabilidade e cuidado que teria que ter na construção da personagem. Mas é um papel que não começava do zero na composição, porque é uma pessoa real. Tive um estudo de trejeitos, voz, sotaque... E isso não tinha tanta liberdade de criação” disse.

 

A atriz ainda afirmou que estudou profundamente o caso da menina que matou os pais, leu todas as matérias, assistiu vídeos da cobertura do caso, os autos do processo,  e que para ela existem três versões de Suzane as dos filmes e a do julgamento que aconteceu anos após o ocorrido. “Para fazer essa virada de chave, eu precisava estar muito concentrada, focada... Eu me preparava bem antes, estudei muito o texto, e ali no set eu estava atenta a cada detalhe. E são os detalhes que fazem a diferença, eu acho. Gravávamos uma cena e, em seguida, com outro registro”,falou.

 

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Ao ser questionada sobre ter medo de fazer o papel a atriz disse que foram 33 dias para gravar os dois longas-metragens, que já foi ciente de que se tratava de um projeto desafiador, ficou reclusa e esteve totalmente imersa ao projeto, mas a equipe sempre esteve presente com cuidado e respeito “Não, eu fui ciente fazer os testes. Sabia o que era o projeto, o quão desafiador ele era. É um trabalho que toda a equipe teve muito cuidado e respeito em todo o processo. Não é uma história ficcional. É uma história sobre um crime real, que chocou as pessoas e ainda choca,” revelou.

 

Foto destaque: Carla Diaz. Reprodução/Instagram.

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