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CBF troca de presidente, mas Rogério Caboclo pode recorrer da decisão

O Conselho de Administração (CA) da CBF escolheu um novo presidente interino. O novo presidente é o baiano Ednaldo Rodrigues que substitui o Coronel Nunes até que o caso de Rogério Caboclo seja concluído.

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25 Ago 2021 - 21h53 | Atulizado em 25 Ago 2021 - 21h53

O Conselho de Administração (CA) da CBF escolheu um novo presidente interino para a entidade em uma reunião na manhã desta quarta-feira (25). Os vices, que são quem compõem a CA, indicaram o baiano Ednaldo Rodrigues para substituir o Coronel Nunes até que o caso de Rogério Caboclo seja concluído.


A decisão foi tomada 24 horas depois da Comissão de Ética da entidade ter dado uma pena de 15 meses de afastamento a Rogério Caoclo por conduta inapropriada e afastando as acusações de assédio sexual e moral, na qual ele foi acusado por uma ex-funcionária. No entanto, a decisão do CA pode ser contestada por Rogério Caboclo, caso ele deseje. 



Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF. (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)


Caboclo está afastado do cargo de presidente há três meses e esse tempo é descontado da sua punição. Ou seja, a punição passa a ser de 12 meses e depois desse tempo ele pode voltar ao cargo. Ele ainda terá aproximadamente seis meses de mandato, até que o novo presidente eleito, que deve ser escolhido em abril do ano que vem, assuma o cargo.


A decisão da Comissão de Ética, na verdade é uma sugestão. A decisão precisa ser confirmada pelos presidentes das 27 federações estaduais em uma Assembleia Geral, que ainda será marcada. Ela iria acontecer nesta quarta-feira (25), mas foi adiada por determinação da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem (CBMA), órgão designado pelas partes para remediar conflitos.  A defesa de Caboclo irá recorrer a CBMA para que sua punição seja analisada, já a defesa da ex-funcionária não se pronunciou. 

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Os presidentes das federações têm duas escolhas: ou aceitam a decisão da Comissão ou inocentam Caboclo. A segunda alternativa foi colocada em forma de desprezo, os dirigentes esperavam uma punição mais rigorosa e passaram a avaliar que se é para Rogério Caboclo voltar, que seja o mais rápido.


Foto de Destaque: Frente do prédio da sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro - Reprodução: Lucas Figueiredo/CBF

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