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Brasil registra 130 mortes pela COVID-19 e fecha o mês com o menor índice do ano

Dados fornecidos pelo Ministério da Saúde apontam tendência de queda de óbitos e de novos casos da COVID-19. Dados apontam que outubro teve os menores índices desde o início da pandemia.

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31 Out 2021 - 20h00 | Atualizado em 31 Out 2021 - 20h00

Segundo dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa e pelo Ministério da Saúde neste domingo (31), o país registrou 6.761 novos casos e 130 óbitos causados pela Covid-19. O mês de outubro teve o menor número de casos e mortes registrado desde o início da pandemia, sendo confirmados 11.075 mortes e 383.782 casos da doença.

Com o avanço da vacinação nos estados e municípios, o índice de novos casos e de mortes apresentam tendência de queda. Atingindo o total de 21.808.554 casos e de 607.860 óbitos pela doença desde o início da pandemia. 


Frascos de vacina contra a COVID-19. (Foto: Myke Sena/MS/CNN Brasil)


Com cerca de 1 milhão de doses sendo aplicadas diariamente, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os estados com a campanha de vacinação mais avançados, com mais de 53% de sua população totalmente imunizada, enquanto Amapá e Roraima possuem menos de 30% de pessoas com esquema vacinal completo. A vacinação contra a Covid-19 decolou a partir de julho, sendo agosto o mês com maiores números de doses aplicadas, que se mantiveram intensos também em setembro e outubro.

 

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Segundo o painel do Ministério da saúde, 154,6 milhões de brasileiros receberam a primeira dose e 119,2 milhões de pessoas receberam a segunda dose ou a vacina de dose única.

Especialistas continuam aconselhando o uso da máscara,  de álcool em gel e o distanciamento social, até para as pessoas totalmente imunizadas. Mesmo as chances de contaminação e internação da população vacinada sendo menores, é possível transmitir o vírus para as pessoas que ainda não completaram a imunização. Essas medidas ajudam a conter a proliferação do vírus através do ar e a contaminação de superfícies e objetos, contribuindo para a diminuição da taxa de contágio, que ainda não atingiu níveis seguros para o fim das restrições impostas. 

 

Foto Destaque: Sars-Cov2, vírus causador da COVID-19. Reprodução/Organização Pan-Americana de Saúde

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