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Banco do Brasil tem salto de 52% a mais no 2° trimestre de 2021

O lucro anual líquido do Banco do Brasil deverá ser maior do que o previsto, uma vez que conforme a previsão seria de que esses lucros cairiam devida a pandemia, caso esse que não está se concretizando.

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06 Ago 2021 - 16h00 | Atulizado em 06 Ago 2021 - 16h00

Banco do Brasil teve um salto de 52% comparados aos dados do ano passado. O resultado foi divulgado nessa quarta-feira (4) pelo BB, o crescimento do lucro foi maior que R$ 5 bilhões, representando um lucro de mais de 70% em relação ao ano anterior. O Banco afirma que o aumento foi principalmente devido as receitas dos prestadores de serviços. 


                                           Agência do Banco do Brasil (Salmo Duarte / Agencia RBS)       

                                                                                                                                                                                                                           
Seu lucro anual líquido deverá ser maior do que o previsto, uma vez que conforme a previsão seria de que esses lucros cairiam devida a pandemia, caso esse que não está se concretizando. O Banco do Brasil também divulgou que excluindo itens pontuais seu lucro recorrente atingiu mais de R$ 5 bilhões no período dos dois primeiros trimestres isso com as previsões dos devedores inadimplentes caindo em torno de quase 50% ao ano.
 

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O banco também revisou antecipadamente os lucros de 2021 que será em torno de 19 a 20 bilhões de reais, antevendo as perdas com calotes sendo menores em torno de R$ 2 bi. Sendo assim a margem financeira crescerá em até 4% embora no início do ano era previsto em torno de 6,5%. As inadimplências ficaram praticamente instável em torno de 2% (acima de 90 dias). 

A receita liquida de juros subiram em torno de 0,6%, a mais referente ao ano anterior. O BB teve custos de financiamentos bem altos conforme as taxas de juros de referência subiam. 

 

( Foto destaque: Banco do Brasil tem salto de 52% a mais no 2° trimestre de 2021 - Reprodução/ Banco do Brasil)

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