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Banco Central utiliza a tecnologia Blockchain e autoriza a emissão de tokens pela primeira vez

Pela primeira vez Banco Central autoriza a emissão de tokens em blockchain

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01 Dez 2021 - 21h53 | Atualizado em 01 Dez 2021 - 21h53

O Banco Central irá autorizar a emissão de tokens em blockchain pela primeira vez, o primero ciclo contará com sete projetos entre eles, Banco Itáu, JPMorgan, Mercado Pago e a Brasil OTC, á quem a autorização da emissão dos tokens está destinada. A Brasil OTC usa blockchain para atuar como registradora de transações de compra e venda dos ativos, o Mercados Bitcoin, Liqi e Foxbit se utilizam desse mesmo sistema com seus precatórios e demais titulos de sua plataforma.

A Brasil OTC foi formada dentro do BC (Banco Central) a ideia inicial da empresa partiu da iniciativa LIFT (Laboratório de inovações Tinanceiras e Tecnológicas) coordenada e liderada pela Federação dos Servidores do Banco Central com suporte do próprio BC, além disso a Brasil OTC se destaca em um outro quesito, atualmente as empresas de criptomoedas utilizam o blockchain da Ethereum para a emissão de seus tokens, já a Brasil OTC irá utilizar o blockchain do consórcio R3, o Corda.


                                     

Blockchains (Foto: Reprodução/Pixabay)


A OTC vai democratizar as emissões de dívida devido à tecnologia blockchain. O valor mínimo de emissão é de R$ 20 milhões” disse Paulo Oliveira ex-diretor Executivo da BM&FBovespa e seu atual presidente. Além disso Paulo também destacou que a tecnologia blockchain vai diminuir o custo de todo os processo pois o gasto com advogados e bancos de investimentos serão menores.

Além da tecnologia blockchain, um sistema que auxilia muito nas inovações e na diversidade de modelos de mercado é o Sandbox da BC, um projeto anunciado em 2019, que se trata de um ambiente em que o Banco Central autoriza as entidades a testar, por um período determinado projetos inovadores na área financeira.

 

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“O propósito é avaliar experiências novas, modelos de negócios inovadores. O BC irá analisar se essas propostas que nos foram apresentadas fazem sentido e podem ser efetivadas. Caso a resposta seja positiva, cabe a nós, como órgão regulador do SFN e do SPB, desenvolver uma norma que abarque essas inovações”, explicou o analista no Decem e coordenador da assessoria técnica do CESB, César Frade. No total o Ciclo 1 teve 52 projetos inscritos.

 

Foto Destaque: Letreiro do Central Bank. Reprodução/Instagram

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