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Braço "extra" desenvolvido por cientista italiano busca ajudar nas tarefas

Conhecido por desenvolver braço biônico que permitiu reconhecimento do tato de pessoas amputadas, Micera apresenta o braço extra. A novidade do projeto é o uso de eletrodos com técnicas não invasivas.

08 Mar 2023 - 19h00 | Atualizado em 08 Mar 2023 - 19h00
Braço 'extra' desenvolvido por cientista italiano busca ajudar nas tarefas  Lorena Bueri

Que tal uma mão extra para desempenhar suas tarefas? Essa é a ideia apresentada pelo cientista Italiano Silvestro Micera na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), em Washington, nos Estados Unidos. O pesquisador pretende desenvolver um braço extra para desempenhar tarefas comuns e difíceis do cotidiano. O projeto é realizado em conjunto com o Politécnico Federal de Lausanne, na Suíça, e a Scuola Superiore Sant’Anna, em Pisa.

O cientista, por meio da apresentação do braço robótico, abordou os dilemas de técnicos e cognitivos que o uso de eletrodos implantados no sistema neural, para utilizar o tercereiro braço, provocaria. O produto faz parte do projeto de Micera que busca ampliar e expandir o corpo humano através de procedimentos que utilizam tecnologias portáteis e eletrodos com técnicas que não utilizam cirurgias, agulhas e medicamentos. 

Micera explicou que “a pesquisa sobre o controle de três braços pode nos ajudar a entender como o aprendizado é alcançado nas atividades da vida diária". O pesquisador acrescenta que o aparelho poderá ser utilizado para desempenhar e facilitar as “tarefas complicadas”


Mão biônica permite sentir tato. Reprodução/TechNet.


Os trabalhos de Micera ficaram conhecidos a partir de 3013, quando o cientista através de uma mão biônica possibilitou que uma pessoa com o braço amputado conseguisse sentir o tato. Diferente dos recentes trabalhos de Micera, a sensação do tato foi permitida pela implantação do eletrodo dos nervos do braço por meio de cirurgias. Posteriormente, se pretende desenvolver outros projetos que buscam trabalhar a restauração sensorial e motora em casos de lesão medular e acidente vascular cerebral.

Mas para desenvolver o braço robótico os desafios se dão tanto na área tecnológica, quanto no cognitivo. Ou seja, os desafios também circundam a percepção, a memória e o raciocínio. Pois aprender a utilizar um braço para substituir o outro já é considerado uma tarefa difícil, aprender a controlar o que seria um braço “extra” se torna ainda mais desafiador. 

Foto destaque: Braço robótico para simbolizar o idealizado pelo cientista Micera. Reprodução/CanalTech.

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