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Itamaraty afirma que os combates sírios não tem vítimas brasileiras

Informação foi confirmada pelo Itamaraty após escalada do conflito; até o momento mais de mil pessoas foram vítimas do combate entre os dias 6 e 9 de março

11 Mar 2025 - 22h00 | Atualizado em 11 Mar 2025 - 22h00
Itamaraty afirma que os combates sírios não tem vítimas brasileiras  Lorena Bueri

Após três dias de intenso conflito na Síra, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty) demonstrou preocupação com os residentes nacionais no local. O conflito entre as forças aliadas ao Bashar al-Assad e rebeldes deixou mais de mil vítimas, incluindo civis. Até o momento, em nota divulgada à imprensa pelo órgão nesta segunda-feira (10), não há registros de brasileiros na lista de perdas.

Violência acentuada

Desde 2020, a Síria não passava por conflitos e intensos combates em seu território. Mais de 300 mil pessoas já faleceram e quase 6 milhões de refugiados foram expulsos. Na retomada atual, mais de mil pessoas foram vítimas dos grupos armados, incluindo civis, nas províncias de Lataquia e Tartus. Entre as pessoas assassinadas estão 745 civis, 125 membros das forças de segurança sírias e 148 apoiadores de Assad.

De acordo com uma testemunha, nos combates ocorridos entre os dias 6 e 9 de março, foram feitas execuções em campo na tentativa de “purificar” o país. A onda violenta acendeu um alerta às autoridades sobre os direitos humanos e países como Estados Unidos e Rússia solicitaram suporte ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU).


Governo divulga resposta ao conflito em seu perfil na rede social (Foto: reprodução/Instagram/@canalgov)


Resposta do Itamaraty

Em nota, o Itamaraty comunicou “forte preocupação” e reforçou o repúdio aos ataques e se solidarizou, em particular, aos cidadãos e às famílias afetadas. Além disso, recomendou que os brasileiros não viajem até o local durante a guerra e, caso estejam por lá, adotem medidas de segurança para se proteger.

Dentre as demais orientações consulares estão “não participar de aglomerações nem de protestos” e “não permanecer em áreas de risco”. A pasta também expressou sua posição a favor de uma transição política inclusiva e pacífica, “com respeito da independência, unidade, soberania e integridade territorial da Síria”, disseram.

Atualmente, quase 3 mil nacionais moram no local. 


Foto destaque: conflito na Síria deixa mais de mil mortos (Reprodução/Omar Haj Kadour/Getty Images Embed)

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