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Caos e insegurança: As inundações em Porto Alegre e a escalada de violência

Criminosos aproveitaram o cenário caótico para realizar ações perigosas, o que complica tanto o resgate de vítimas quanto a chegada de auxílio às regiões afetadas

07 Mai 2024 - 10h15 | Atualizado em 07 Mai 2024 - 10h15
Caos e insegurança: As inundações em Porto Alegre e a escalada de violência Lorena Bueri

As recentes inundações que assolaram Porto Alegre e boa parte do Rio Grande do Sul não apenas causaram danos materiais e deslocamentos massivos, mas também deram espaço para uma escalada de violência, com criminosos aproveitando a situação para saques, ataques a barcos de resgate e ameaças a socorristas

Impacto das ações criminosas

Enquanto a cidade enfrenta uma das maiores enchentes da história, a ação de criminosos dificulta ainda mais o trabalho das equipes de resgate e coloca em risco a segurança dos moradores e voluntários envolvidos nas operações de socorro. Saques a lojas, ataques a barcos de resgate e ameaças diretas a socorristas criaram um cenário de caos e insegurança. Um fato curioso ocorreu no município de Canoas, na madrugada de domingo (05), quando dois homens tentaram abordar uma embarcação sem perceber que havia agentes a bordo; os dois foram presos em flagrante.


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A entrada inundada do Hospital Mãe de Deus, Rio Grande do Sul (Reprodução/Max Peixoto/Getty Images Embed)


A insegurança gerada pelas ações dos criminosos faz com que voluntários desistam de ajudar no resgate da população atingida. Segundo a Brigada Militar, dos 30 barcos civis que se voluntariaram desde sábado (04), somente 20 retornaram no dia seguinte. Há relatos de que moradores de condomínios se revezam na segurança dos prédios abandonados para evitar invasões e saques. Nem mesmo a loja de artigos esportivos da Arena do Grêmio foi poupada dos saques.

Resposta das autoridades

Com a escalada da violência, as autoridades anunciaram medidas como o patrulhamento ostensivo pelo Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar, conforme divulgado pela Secretaria de Segurança do Rio Grande do Sul, para coibir a ação dos criminosos. No entanto, a previsão de uma frente fria e os desafios de abastecimento de água e evacuação ampliam a preocupação, destacando a urgência de ações coordenadas para garantir a segurança e o bem-estar das pessoas afetadas pelas inundações.

Enquanto as águas não baixam, os governos nas três esferas tentam articular medidas para enfrentar a crise. Nesta segunda-feira (06), o Governador Eduardo Leite anunciou em sua rede social ter solicitado ao governo federal o envio da Força Nacional de Segurança para auxiliar no controle da violência e na garantia da segurança durante as operações de resgate e assistência às vítimas das inundações. Paralelamente, o presidente Lula anunciou que enviará ao congresso um Projeto de Decreto Legislativo para dar celeridade à reconstrução das cidades gaúchas afetadas pela catástrofe.

Foto destaque: Vista das casas atingidas pela enchente do rio Jacuí (Reprodução: Getty Images /Anselmo Cunha/AFP)

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