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iFood aumenta seu foco para projetos em tecnologia educacional

A empresa direcionou R$ 7 milhões em projetos de tecnologia educacional, com foco na formação e capacitação de pessoas de baixa renda e de perfil sub-representados na área de tecnologia.

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21 Fev 2022 - 19h35 | Atualizado em 21 Fev 2022 - 19h35

O balanço de investimento de R$ 7 milhões para projetos educacionais foi divulgado hoje, dia 21 de fevereiro, pelo iFood. O foco desse investimento será em três compromissos públicos assumidos pela empresa em 2021, com foco em capacitação e empregabilidade, com o objetivo de contribuir com a redução da desigualdade social, da falta de profissionais nas áreas de tecnologia e da baixa representatividade de mulheres e afro descendentes nos cargos de tecnologia.

O valor foi direcionado para essa iniciativa há um ano, com mais de 70 mil inscrições, formando parceria com 12 escolas de tecnologia, 24 turmas abertas e 3 mil bolsas de estudos contratadas. A foodtechs inclusive criou dois programas de capacitação, o Potência Tech que é um programa de formação e empregabilidade, e o iLab que é uma aceleradora interna para desenvolvedores júnior. Os compromissos anteriormente feitos pela empresa, estão focando agora na capacitação e geração de emprego para 25 mil pessoas de baixa renda e de perfil sub-representados na área de tecnologia.

O iLab, projeto criado pelo iFood com o objetivo de acelerar a carreira de recém-formados, tem foco em tecnologia. Através dessa ação, a empresa selecionou 40 colaboradores que se inscreveram nos cursos da plataforma Potência Tech e pela imersão do iLab.


Mulher com notebook. (Foto: Reprodução/Rede Food Service)


A gerente de educação do iFood, Luanna Luna, sinalizou que o projeto inicialmente possuía duas frentes. “A primeira foi capacitar nossos parceiros (entregadores, restaurantes e mercados), com iniciativas que vão desde bolsas para se prepararem para o exame que certifica o Ensino Médio até a construção de uma plataforma para capacitá-los melhor para o dia a dia do trabalho e para o desenvolvimento pessoal, com cursos variados, de empreendedorismo, inovação até equilíbrio financeiro”, explica ela.

Luanna sinaliza que a ausência de mão de obra no mercado de tecnologia é uma realidade que pode prejudicar o crescimento do Brasil. “Aliamos o problema da falta de mão de obra, com os altos níveis de desemprego e desigualdade dentro do mercado, propondo um investimento social que contribui para formação e empregabilidade de públicos de perfis sub representados e baixa renda na área”, acrescenta ela.

De acordo com Luanna, a educação tem uma importância que vai além do espaço de uma empresa envolvendo toda a sociedade. Os desafios que encontramos hoje e os que surgirão no futuro pedem novas qualificaçõeso e requalificações dos profissionais. Diante disso, o iFood, aposta no aperfeiçoamento e preparação de pessoas. Quando há profissionais qualificados no negócio, toda a rede ganha.

Foto Destaque: Imagem com logo do iFood. Reprodução/Beagá Embalagens.

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