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Vice-presidente da Argentina é condenada por corrupção

A justiça argentina condenou a vice-presidente do país a 6 anos de prisão, mas ela não vai ser presa porque tem foro privilegiado. mesmo com uma condenação judicial em primeira instância.

06 Dez 2022 - 19h21 | Atualizado em 06 Dez 2022 - 19h21
Vice-presidente da Argentina é condenada por corrupção Lorena Bueri

Nesta terça-feira (06) a vice-presidente da Argentina, Cristina Kichner, foi condenada pela justiça da Argentina a 6 anos de prisão pela acusação de ter sido chefe de uma organização criminosa para desviar dinheiro do Estado. Kichner nega as acusações e afirma que é vítima de uma perseguição política.

Mesmo que haja uma condenação, a vice-presidente não vai ser presa porque tem foro privilegiado. Na Argentina, o vice-presidente também ocupa o cargo de presidente do Senado. Cristina Kichner exerce as duas funções até o fim da gestão de Alberto Fernández, atual presidente da Argentina. De acordo com o G1 Kichner pode se candidatar a um terceiro mandato mesmo com essa condenação judicial de primeira instância.


Cristina Kichner (Foto: Reprodução/CNN)


Cristina Kichner foi condenada por favorecer Lázaro Báez, empresário e empreiteiro da região de Santa Cruz, província da qual Kichner começou sua carreira política, O empresário teria conseguido 51 contratos para obras públicas. A vice-presidente foi inocentada da acusação de associação ilícita.

Cristina foi acusada de administração fraudulenta e de chefiar uma associação criminosa durante o período que Néstor Kirchner foi presidente e durante as gestões da própria (entre 2007 e 2015).

Segundo a acusação, essa organização cometeu fraudes que tiraram US$ 1 bilhão do Estado. Além de Kichner, foram julgas outras 12 pessoas. Entre elas estão; Julio de Vido (ex-ministro), José López (ex-secretário) Lázaro Báez (empresário) e Nelson Pieriotti (ex-chefe do departamento de obras).

De acordo com os procuradores, haviam os seguintes esquemas criminosos:

Um empresário chamado Lazáro Báez tinha uma empresa que, na verdade, tinha como propósito tirar dinheiro do Estado. Essa empreiteira conseguia contratos para fazer obras públicas, foram 51 obras para as quais ela foi contratada. Várias delas tiveram estouros de orçamento e algumas destas obras não foram concluídas. Quando acabou o segundo mandato presidencial de Cristina Kichner, em 2015, a empresa desapareceu.

O processo teve duração de 3 anos até a condenação desta terça-feira. A vice-presidente perderá para sempre o direito de ocupar cargo público se for condenada em última instância.

 

Foto Destaque: Cristina Kichner. Reprodução/GP1.

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