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Sergio Moro tem bem apreendidos e recebe ordem para remover postagens de suas redes sociais

Na manhã deste sábado a Justiça Eleitoral cumpriu um mandado de busca e apreensão de materiais utilizados pelo candidato ao Senado do Paraná Sergio Moro (União Brasil) em sua campanha.

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03 Set 2022 - 19h00 | Atualizado em 03 Set 2022 - 19h00

A manhã deste sábado não foi a mais tranquila para o candidato ao Senado do Paraná Sergio Moro (União Brasil). Isso porque a Justiça Eleitoral cumpriu um mandado de busca e apreensão de materiais utilizados pelo ex-juiz em sua campanha.

Tudo isso começou após os advogados da Federação Brasil da Esperança no Paraná (organização política formada pelo PT, PC do B e Partido Verde) alegarem que diversos materiais impressos, posts nas redes sociais e propagandas na televisão de Moro infringem a legislação eleitoral. A juíza Melissa de Azevedo Olivas acatou ao pedido e determinou a busca e apreensão.

A juíza também determinou que diversas postagens nas redes sociais de Sergio Moro fossem apagadas e que os materiais utilizados na propaganda eleitoral devem ser adequados à lei eleitoral em até 48 horas. O candidato terá 48 horas para realizar as mudanças, caso isso não ocorra terá multa diária de 5 mil reais.

Segundo Luiz Eduardo Peccinin, um dos advogados da Federação Brasil da Esperança, o nome de seus suplentes está em um tamanho 30% inferior em relação ao seu próprio, como determina a lei eleitoral.

"Em breve observação olho nu, já se nota que Moro, ao que parece, tenta esconder o nome de seus suplentes, Luis Felipe Cunha e Ricardo Guerra, expondo em sua marca de campanha o nome de seus companheiros de chapa em tamanho muito inferior àquele exigido pela legislação eleitoral, longe de dar ao eleitor essa informação 'de modo claro e legível', como exige norma", comentou o advogado à Folha de São Paulo.

Quanto às redes sociais, foi determinado que Moro retire 91 links de sua campanha do ar. Somado a eles, foi ordenado que dez vídeos fossem excluidos de seu canal do Youtube.

O ex-juiz criticou a operação em suas redes sociais, alegando que ela foi abusiva. "Hoje, o PT mostrou a "democracia" que pretende instaurar no país, promovendo uma diligência abusiva em minha residência e sensacionalismo na divulgação da matéria. O crime? Imprimir santinhos com letras dos nomes dos suplentes supostamente menores do que o devido. Nada comparável aos bilhões de reais roubados durante os governos do PT e do Lula. Não me intimidarão."


Sergio Moro em frente a um microfone. Fonte: Agência Brasil


Depois, Luiz Eduardo Peccinin veio às redes sociais explicar que a apreensão só ocorreu no apartamento de Moro porque ele informou esse endereço como sede de seu comitê central de campanha.

Vale lembrar que, a priori, a ideia de Sergio Moro era se candidatar à Presidência da República, na época pelo Podemos. Depois, o ex-ministro de Bolsonaro se filiou ao União Brasil e com eles lançou sua candidatura ao Senado do Paraná. Porém, o ex-juiz não nega que no futuro pretende concorrer ao cargo no executivo.

Foto destaque: Sergio Moro, que teve materiais de sua campanha apreendidos. Fonte: ADRIANO MACHADO/REUTERS

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