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Projeto de NFT promete ajudar a diminuir os desmatamento da Amazônia

A NFMarket Agency anunciou um novo projeto com NFTs para promover o reflorestamento da Amazônia, através da venda de artes no ambiente virtual cujo os lucros serão revertidos para o plantio.

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13 Jan 2022 - 11h35 | Atualizado em 13 Jan 2022 - 11h35

As NFTs já têm sido bem aproveitadas no ramo da indústria do entretenimento e artístico, conseguindo gerar transações de US$ 2,5 bilhões. Mas a NFMarket Agency acaba de dar um grande passo para novos usos das NFTs. Especializada no mercado de NFTs brasileiro, a NFMarket Agency decidiu começar sua própria luta contra o desmatamento criando a unidade NFT Amazônia, cujo objetivo é defender a preservação ambiental da floresta. 

O primeiro projeto criado pela unidade é o NForest (NFloresta em tradução livre), que é uma plataforma de venda e compra de artes com temática ambiental e amazonense, que traz detalhes culturais como o folclore e histórias tipicamente brasileiras, como também sobre a fauna e flora da Amazônia.

Essas artes são vendidas em forma de NFTs, o lucro das obras vão direto para o reflorestamento e preservação da floresta. Assim, cada pessoa que compra uma arte, está participando da construção de uma floresta virtual, sendo que cada hectare dela equivale a cerca de 300 árvores plantadas por 10 mil metros quadrados. As vendas ocorrem pela plataforma OpenSea.


Foto: cachoeira em meio a uma floresta (Reprodução/Pexels)


Segundo o Diretor-executivo da NFMarket Agency, Thiago Valadares, todas as árvores físicas que serão plantadas pela compra das NFTs terão suas coordenadas exatas no Google Maps. Além disso, serão recriadas virtualmente para um turno virtual que será guiado pela personagem Curupira, conhecida como "Guardiã da Floresta", ela levará os visitantes pelo passeio, explicando sobre as informações de cada espécime que estiver pelo caminho.

A parte do trabalho prático para plantar as árvores serão feitos pela EcoViva Amazônia, que fará o seu trabalho na região do Rio Arapiuns, localizado no município paraense, Santarém, lar da Comunidade Coroca. Todavia, ainda não se sabe os nomes das empresas nem das pessoas físicas que têm doado sua renda  para o projeto, muito menos se sabe a quantidade, apenas foram divulgadas as empresas que recebem esse dinheiro.

 

Foto em destaque: Árvores grandes com raizes grossas (Reprodução/Pexels)

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