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Presidente Lula bate martelo e quer civil como novo Ministro da Defesa

Após quatro anos de militares a frente do Ministério da Defesa, presidente eleito toma decisão: "Será um civil". Anuncio sobre grupo de transição de governo deve ser feito na próxima segunda-feira

3 min de leitura
18 Nov 2022 - 19h40 | Atualizado em 18 Nov 2022 - 19h40

Aloizio Mercadante (PT), coordenador dos grupos responsáveis pela transição de governo, confirmou nesta sexta-feira (18), durante entrevista na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva deseja colocar um civil no cargo de ministro da defesa. "O presidente  já disse isso publicamente, que o ministro da Defesa será um civil. Foi no governo dele e será no novo mandato"


                                     

Ministério da Defesa (Foto: Reprodução/ Google


 

Desde 1999, a chefia deste ministério foi ocupada por civis. Foi assim na segunda administração de Fernando Henrique Cardoso  (1999 - 2003),  Lula (2003 - 2011),  Dilma Rousseff  (2011- 2016)  e até o último ano do mandato de Michel Temer (2016 – 2019). O preferencial foi  mudado na última etapa do governo Temer e reforçado quando Jair Bolsonaro ocupou o cargo de presidente da República (2019), após deixar claro sua preferência por militares no posto .

Enquanto os outros setores de transição já estão com as nomeações declaradas, os grupos da Defesa e Inteligência seguem sem membros para ocupar os cargos. Nomes como: Ricardo Lewandowski (Ministro do STF), Geraldo Alckmin (Vice-presidente eleito), Aloysio Nunes (Filiado ao PSDB), Celso Amorim (Conselheiro de Lula), Aldo Rebelo (Pedetista) e Nelson Jobim (Ex-membro do STF) foram cotados para assumir a defesa, mas nada ainda foi confirmado.

A equipe de transição irá arquitetar  estratégias que possam ser favoráveis para o futuro, mas os representantes esperam o retorno de Lula (PT), que fez viagem para o Egito e Portugal, para dar o aval.

Segundo Aloizio Mercadante, uma decisão será anunciada na próxima segunda-feira. O presidente pode (Por lei) formar grupos de transição para  os próximos dois meses. Se forem efetivados, eles devem entender todo o funcionamento da administração pública federal e planejar os novos passos do governo que começa a partir do dia 1º de janeiro de 2023.

 

Foto destaque: Extra Online. Reprodução/Google

 

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