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Polônia recebe caças F-15 por meio dos Estados Unidos

Com fronteira próxima a Rússia e Ucrânia, os Estados Unidos da América fornece caças F-15 à Polônia, devido a possível invasão das forças militares russas no país.

3 min de leitura
10 Fev 2022 - 22h00 | Atualizado em 10 Fev 2022 - 22h00

Nesta quinta-feira (10), com uma possível invasão da Rússia e a fronteira da Ucrânia próxima foi comunicado o envio de caças à Polônia pela Força Aérea dos Estados Unidos, que tem como objetivo "melhorar a postura de defesa coletiva da Otan", aumentando os exercícios militares no local.

"Os caças da Força Aérea dos EUA chegarão à Base Aérea de Lask, Polônia, em 10 de fevereiro de 2022, para melhorar a postura de defesa coletiva da Otan e apoiar a missão de policiamento aéreo da Otan", por nota a força aérea declarou. "Os F-15 Eagles da 48ª Ala de Caça da Royal Air Force Lakenheath, Reino Unido, trabalharão ao lado das aeronaves F-16 polonesas e dinamarquesas que já executam a missão de policiamento aéreo da Otan da Base Aérea de Siauliai, na Lituânia", relata. "Os caças extras reforçarão a prontidão e a dissuasão e defesa dos Aliados, à medida que a Rússia continua o acúmulo militar dentro e ao redor da Ucrânia.", a força continua.


Caças F-15 são enviados à Polônia pelos EUA. (Foto: Reprodução/ Ints Kalnins/Reuters/G1 Mundo)


Desse modo, com a Polônia reforçando os exercícios militares no local, os países de Belarus e Rússia também iniciaram seus exercícios militares em meio à fronteira ucraniana em um período de 10 dias. O objetivo do treinamento da Rússia é "suprimir e repelir agressões externas", porém, países do ocidente estão demonstrando grande preocupação caso Moscou esteja pensando em usar os treinamentos para disfarçar os ataques nas terras ucranianas e invadir o território inimigo.

"A implantação de caças F-15 dos EUA na Polônia eleva as capacidades de defesa coletiva no flanco leste da Otan e a missão de policiamento aéreo aprimorada", Jeff Harrigan, general e comandante das Forças Aéreas da África e das Forças Armadas dos Estados Unidos no continente europeu. "O compromisso das aeronaves e aviadores dos EUA demonstra a solidariedade da Aliança, enquanto continuamos a trabalhar juntos em unidade para executar nossa missão defensiva."

Cerca de 3 mil soldados estão sendo enviados em uma missão para os países da Polônia e Romênia pelos Estados Unidos, onde nessa terça-feira (8) estão chegando ao Leste Europeu as primeiras tropas americanas. Além disso, o Reino Unido comunicou nesta quinta-feira que está à disposição para enviar aproximadamente mais mil soldados caso ocorra uma crise humanitária que tenha relação com a crise estabelecida na Ucrânia.

Com a ida de Boris Johnson a capital polonesa de Varsóvia, o primeiro-ministro britânico acabou se reunindo com Mateusz Morawiecki, o premiê polonês, onde também se reuniu mais cedo com Jens Stoltenberg, secretário-geral da Otan, na região de Bruxelas.

O mesmo declarou antes de se encontrar na Polônia com os soldados da Inglaterra, dizendo que: "A Polônia e o Reino Unido não aceitarão um mundo em que um vizinho poderoso possa intimidar ou atacar seus vizinhos".

De acordo com informações recebidas a Rússia afirma que não planeja invasão contra a Ucrânia, porém deseja que o Ocidente faça com que a Otan seja mantida fora do alcance da Ucrânia e dos outros ex-países soviéticos. Além de querer que a Otan também dispense a instalação das armas na área em questão e que retroceda as forças da aliança com a Europa Oriental. Entretanto, a Otan e os EUA são contra essas exigências.  

Em meio uma reunião de líderes empresariais, o presidente Volodimir Zelenski afirma que: "Acreditamos que a concentração de tropas perto da fronteira é parte da pressão psicológica de nosso vizinho", continuou dizendo. "Temos recursos e armas suficientes para proteger nosso país."

O conflito entre os países da Ucrânia e Rússia permanece desde o ano de 2014, após uma revolta acabar tirando o amigo de Kremlin e líder ucraniano de seu respectivo cargo, confrontos esses que permanecem até os dias atuais.

Olaf Scholz, chanceler alemão, tem em seus planos fazer uma visita nos dias 14 e 15 de fevereiro em Moscou e Kiev. Tendo se encontrado com Joe Biden, presidente americano, na segunda-feira dessa semana, onde foi prometido que em caso de invasão no gasoduto o Norg Stream 2 Rússia-Alemanha seria bloqueado.

Foto destaque: EUA despacha caças à Polônia. Reprodução/Mike Segar/Reuters/exame.

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