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Polícia Federal frustra plano de Marcola graças as conversas vazadas

Investigação da Polícia Federal frustra planos do PCC em resgatar seus líderes dos presídios que se encontravam. A operação de resgate contava com planos violentos.

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15 Ago 2022 - 10h30 | Atualizado em 15 Ago 2022 - 10h30

Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos maiores criminosos do país, líder do PCC (Primeiro Comando da Capital) teve seu plano de fuga da prisão frustrado pela Polícia Federal. Preso desde 1999, o detento havia montado um plano codificado para escapar do presídio em que se encontrava, em Brasília. 

A PF (Polícia Federal) percebeu um aumento de visitas de pessoas não ligadas à facção criminosa, além das conversas com termos e menções a instâncias superiores. 

Em um bate-papo gravado dentro do presídio, Marcola admite a outro detento que a fuga sempre foi uma opção: “No Estado de São Paulo, tentei fugir umas três vezes”.  

A advogada Kassia Assis contribuiu para a investigação, mesmo sem a intenção. Em fevereiro de 2021, através de um encontro entre ela e Esdras Júnior, preso no Mato Grosso do Sul, os investigadores perceberam que o plano estava sendo repassado à advogada. Esdras havia sido transferido da Penitenciária de Brasília, a mesma de Marcola, onde os dois tomavam banho de sol juntos. Aproveitando a oportunidade, os criminosos discutiam o plano de fuga. Vale lembrar que Marcola foi transferido para Porto Velho, após suspeitas de tentativas de fuga.

Em uma conversa de Kassia gravada com Edmar dos Santos, outro criminoso da facção, a mulher revela: “Sua família pediu para eu conversar com você”. A frase parece inocente, mas segundo a Polícia Federal, a palavra família significa Grupo Criminoso.   


Suspeitos que iriam ser resgatados dos presídios (Foto: Reprodução/Record TV)


Os agentes quebraram o sigilo do telefone de Kassia, e encontraram provas da fuga arquitetada. Os policiais começaram a entender as conversas nos parlatórios, e a advogada foi responsável por divulgar os planos para os outros detentos. 

O plano chamado “STF” era violento e cruel: a Penitenciária Federal de Brasília ia ser tomada à força. Os bandidos iriam fechar as rodovias da cidade, isolando as unidades da polícia, assim como fizeram em Criciúma, em dezembro de 2020, e em Araçatuba, em agosto de 2021. Já o outro plano, denominado de “STJ”, consistia em um sequestro de autoridades e familiares. 

Foto destaque: Marcola acompanhado de agentes. Reprodução/Gabriela Biló/Estadão Conteúdo.





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