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Petrópolis: 176 mortes registradas no 7° dia de buscas

117 pessoas ainda estão desaparecidas. Buscas entram no 7º dia nesta segunda-feira. Trabalhos chegaram a ser interrompidos no fim da madrugada por causa de ventania, mas foram retomadas por volta das 7h. Há previsão de chuva ao longo do dia

3 min de leitura
21 Fev 2022 - 11h50 | Atualizado em 21 Fev 2022 - 11h50

Em decorrência das chuvas de terça-feira em Petrópolis, nesta segunda-feira (21)  se completam 7 dias de buscas e que já somam 176 mortes e 117 desaparecidos. O número de mortos já ultrapassou o maior recorde de vítimas registrados na última catástrofe em 1988, quando 171 pessoas morreram.


Famílias desesperadas em busca de parentes e amigos (Foto: Reprodução/Rafael Barifouse)

No fim da madrugada de ontem as buscas foram interrompidas, começou a ventar bastante no Morro da Oficina, obrigando os socorristas a interromper os trabalhos. O retorno foi por volta das 7h, mas ainda há previsão de chuva ao longo do dia.

As equipes de busca se dividiram em três áreas principais: Alfa, Bravo e Charlie, que abrangem regiões como o Morro da Oficina, a Rua Teresa, o Alto da Serra, a Chácara Flora, a Vila FelipeCaxambu e localidades vizinhas.



A PC, iniciou nesta segunda um mutirão de coleta de DNA para acelerar o trabalho de identificação de vítimas. Até o início da manhã, 143 corpos haviam sido identificados.

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio, estão realizando os cadastros de pessoas desaparecidas

Através da Polícia Civil, o cidadão consegue realizar o cadastro por meio da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que faz contato e atendimento especializado aos que buscam informações de desaparecidos e boletins de ocorrência.

No Ministério Público do Rio também tem um cadastro de desaparecidos. O MP registra as informações sobre os desaparecidos pelos canais de comunicação do PLID:

 

 

A Prefeitura abriu  pontos de apoio para o acolhimento da população de área de risco


Familias sobrevivem de doações (Foto: Reprodução/Rafael Barifouse)


 Esses locais recebem doações e abrigam desalojados:

  • Centro de Educação Infantil Chiquinha Rolla
  • Escola Estadual Augusto Meschick
  • Escola Municipal Alto Independência
  • Escola Municipal Ana Mohammad
  • Escola Municipal Doutor Paula Buarque
  • Escola Municipal Doutor Rubens de Castro Bomtempo
  • Escola Municipal Duque de Caxias
  • Escola Municipal Governador Marcello Alencar
  • Escola Municipal Odette Fonseca
  • Escola Municipal Papa João Paulo II
  • Escola Municipal Rosalina Nicolay
  • Escola Municipal Stefan Zweig
  • Escola Paroquial da Igreja Bom Jesus
  • Quadra do Boa Esperança Futebol Clube
  • Paróquia São Paulo Apóstolo no bairro de Copacabana

Em geral, as estruturas funcionam em escolas e neste momento, há atendimentos nas localidades do Centro, Vila Felipe, São Sebastião, Alto Independência, Chácara Flora e Bingen, Dr. Thouzete.

Foto Destaque: Vítimas de Petrópolis/ Reprodução: G1

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