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Ministro manda para a Justiça Federal do RJ investigação sobre o ataque de Roberto Jefferson

O ex-deputado resistiu a uma ordem de prisão e deu tiros de fuzil e arremessou granadas contra agentes da Polícia. Ministro do STF entendeu que o caso é de responsabilidade da Justiça Federal.

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09 Nov 2022 - 18h52 | Atualizado em 09 Nov 2022 - 18h52

Nesta quarta-feira (09) O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu enviar para a Justiça Federal de Três Rios, Rio de Janeiro, as investigações contra o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) por ter atirado contra agentes da Polícia Federal após ordem prisão. Roberto Jefferson resistiu à prisão com tiro de fuzil e granadas contra agentes da PF.

Segundo o ministro, a conduta do ex-deputado, ao atirar contra os agentes policiais, configura, crimes de homicídio, na forma tentada. Alexandre de Moraes sinaliza também que Jefferson pode ser julgado pelo tribunal do júri, uma vez que a conduta investigada pode ser considerada crime doloso contra a vida.

“Neste caso, as condutas investigadas foram perpetradas em face de funcionários públicos da Polícia Federal que cumpriam mandado de prisão expedido judicialmente, de modo que a competência é da Justiça Federal, conforme entendimento sumulado do Superior Tribunal de Justiça. Compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes praticados contra funcionário público federal, quando relacionados com o exercício da função)”, disse o ministro, segundo a CNN.


Momento da prisão de Roberto Jefferson. Reprodução\ Revista Oeste.


No dia 22 de outubro, o ministro emitiu uma ordem de prisão, apontando o descumprimento das medidas estabelecidas para prisão domiciliar. Após a determinação, agentes da Polícia Federal foram até a casa de Roberto Jefferson em Levy Gasparian, Rio de Janeiro, mas foram recebidos a tiros e atacados com granada pelo ex-deputado. Após o ocorrido, Moraes determinou a prisão em flagrante, por suspeita de tentativa de homicídio a dois agentes que ficaram feridos no ataque.

Após oito horas desrespeitando a ordem do STF, o ex-deputado finalmente se entregou e começou a cumprir prisão no presídio de Benfica, Zona Norte do Rio de Janeiro. Jefferson foi indiciado pela PF por quatro tentativas de homicídio contra os polícias.

 

Foto Destaque: Ministro Alexandre de Moraes. Reprodução: Nelson Jr./SCO/STF

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