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Ministério da Economia voltará a ser Ministério da Fazenda no governo Lula

Lula retornará com o Ministério da Fazenda, e pretende escolher um ministro com perfil político. Felipe Salto é cotado para o Tesouro e Bernard Appy, para a secretaria que cuidará da reforma tributária

02 Nov 2022 - 20h00 | Atualizado em 02 Nov 2022 - 20h00
Ministério da Economia voltará a ser Ministério da Fazenda no governo Lula Lorena Bueri

Assim como em 2002, quando foi eleito pela primeira vez para o Palácio do Planalto, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deve nomear uma equipe técnica composta por “grifes” para o Ministério da Fazenda, que voltará ter esse nome, após ter sido batizado de Ministério da Economia no governo Jair Bolsonaro.

Em 2019, quando Bolsonaro assumiu a Presidência, os Ministérios da Fazenda, Planejamento, Trabalho e Indústria foram unificada para o Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes. Lula pretende dividir novamente os ministérios, e tratar diretamente das decisões econômicas.

A intenção de Lula é anunciar um ministro com um perfil político e que seja capaz de negociar as propostas que ele julga necessárias junto ao Congresso Nacional. Essa estratégia foi adotada no primeiro governo do presidente, quando Antonio Palocci foi escolhido para o cargo.

Dois nomes estão sendo cotados para compor o novo Ministério da Fazenda: o atual secretário da Fazenda de São Paulo, Felipe Salto, pode ser nomeado como secretário do Tesouro Nacional, e o ex ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff, Joaquim Levy, também está sendo especulado.


Felipe Salto pode ser nomeado como secretário do Tesouro Nacional. Foto: Divulgação/IFI


A condução da política fiscal será decisiva ao governo Lula. Em 2002, ao vencer a corrida presidencial, o Brasil tinha como grande desafio a política pública monetária, por isso a indicação de Henrique Meirelles para o Banco Central foi fundamental para mostrar credibilidade e responsabilidade na condução da política monetária.

O Banco Central é autônomo desde 2021, o que impossibilita a troca de presidência, que continuará com Roberto Campos Neto até 2024. Por isso, nomes como o de Bernard Appy estão sendo cotados para comandar uma secretaria voltada para destravar a reforma tributária. A reforma é cobrada por diferente setores da economia como necessária para reduzir a burocracia e aumentar a produtividade.


Bernard Appy é cotado para comandar uma secretaria voltada para destravar a reforma tributária. Foto: Edilson Dantas


Foto Destaque: Presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva. Foto: Ricardo Stuckert

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