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Michael Masi expõe ameaças de morte após GP de Abu Dhabi

Michael Masi, ex-diretor de provas da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), quebrou o silêncio e comentou sobre todas as ameaças que sofreu no GP Abu Dhabi em 2021

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04 Ago 2022 - 12h58 | Atualizado em 04 Ago 2022 - 12h58

Sete meses após o ocorrido de uma das maiores polêmicas de histórias recentes da F1, Michael Masi, ex-diretor de provas da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), rompeu o silêncio e expôs os ataques que sofreu relacionados ao desfecho do GP Abu Dhabi em 2021 - lugar onde Max Verstappen foi coroado como campeão mundial, no entanto, também considerado como um “erro humano” em relatório da entidade. Michael afirmou ter recebido ameaças de morte e contou todos os detalhes que abalou seu psicológico. 

Houve alguns dias sombrios. Eu me senti o homem mais odiado do mundo. Recebi ameaças de morte. As pessoas diziam que iriam atrás de mim e da minha família. Foi chocante. Racista, abusivo, vil, eles me chamaram de todos os nomes existentes debaixo do sol. E continuam chegando. Não apenas no meu Facebook, mas também no meu LinkedIn, que deveria ser uma plataforma profissional para negócios.”, confessou o australiano.


Hamilton ficou confuso ao final da corrida por ter perdido, Verstappen teve seu título mantido. (Foto: Reprodução/GettyImages)


O ex-diretor foi duramente criticado devido uma série de decisões questionáveis no decorrer da temporada de 2021, assinalada pela rixa entre Verstappen e Lewis Hamilton. O que fez o caldo transbordar, foi o não cumprimento do regulamento esportivo, referente a entrada do safety car acionado por causa da batida de Nicholas Latifi no GP de Abu Dhabi na última etapa do ano, faltando cinco voltas para o final da prova. 

Assim, exclusivamente cinco carros que faziam a separação do líder Lewis e Verstappen, retardatários receberam o aval para o alinhamento no grid, quando a regra é clara e diz que todos devem fazê-lo. Ademais, o carro de segurança deixou a pista de corrida uma volta antes do indicado nas regras, depois do reposicionamento dos atrasados, o que culminaria na prova finalizar em bandeira amarela, tendo o piloto da Mercedes na frente. 

Em vista disso, Max Verstappen da RBR, que havia trocado seus pneus, conseguiu fôlego e brecha para passar o  heptacampeão na última volta. A Mercedes então protocolou dois protestos e fez uma apelação à Corte Arbitral do Esporte (CAS), todavia, acabou desistindo do caso. 

No início de 2022, sob a gestão de  Mohammed Ben Sulayem, a FIA trabalhou duro na concepção de um inquérito a respeito da prova. No relatório final, foi considerado o desfecho da corrida como um ‘erro humano’, porém, isentou Michael de qualquer intencionalidade, a alegação foi referida por meio de pressão sobre o cargo, onde tiveram livre interpretação das regras e acúmulo de funções, sendo um dos fatores. Nisso, o título do holandes Max Verstappen foi mantido.

 

Foto Destaque: Michael Masi / Reprodução: Getty Images

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