Celebridades

Michael Jackson teve cérebro retirado para estudos

Entrevista antiga da revista Discovery trouxe a tona o fato de terem retirado o cérebro do Rei do Pop, Michael Jackson, para detectarem o real motivo de sua morte, subentendendo que o astro fora enterrado sem seu órgão.

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19 Nov 2021 - 12h00 | Atulizado em 19 Nov 2021 - 12h00

Doze anos após sua morte, até mesmo seu órgão é manchete mundial. O Rei do Pop, Michael Jackson, está movimento o mundo das celebridades com um assunto que parecia estar tão enterrado quanto ele: a retirada do seu cérebro. Removido de seu crânio em 2009, após seu falecimento ocorrido em junho daquele ano, o cérebro do astro foi submetido a análises para que fosse possível detectar o real motivo de seu óbito.

A autópsia buscava encontrar lesões cerebrais de longo e curto prazo. Manter o cérebro ou amostras dele por alguns dias para análises é um procedimento corriqueiro na Medicina Legal. Em entrevista ao New York Post, o doutor Ed Winter revelou: “Assim que terminarmos com o cérebro, o devolveremos. Há uma série de testes a ser feita”. E assim procedeu.


Michael Jackson performando da forma que mais gostava  (Foto: Reprodução/Instagram)


A família já havia sido informada de que se quisesse enterrar o corpo com o cérebro, teriam que esperar o final dos testes, que não tinham data certa ou limite para a conclusão pois o órgão necessitava passar anteriormente por um processo de “endurecimento” que leva cerca de duas semanas antes de os exames começarem a ser feitos.  

Uma entrevista antiga da revista científica Discovery, trouxe à tona a hipótese de o pop star ter sido sepultado sem a presença de seu órgão, porém, o mesmo foi devolvido à família logo após as análises e antes do seu funeral, fato esse confirmado pelo Departamento de Justiça de Los Angeles.

 

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Por fim, tudo o que foi concluído é que Michael foi vítima de intoxicação por Propofol e Benzodiazepina em excesso no seu organismo o que ocasionou na morte do cantor em sua residência em Los Angeles, no auge de seus 50 anos de vida. Conrad Murray, médico particular do astro na época, foi quem o encontrou inconsciente em seu quarto e com o pulso fraco.

Nem mesmo Murray tentando reanimá-lo e os primeiros socorros do 911 foram capazes de obter sucesso no processo de recuperação de Michael, que foi declarado morto horas depois no hospital Ronald Reagan UCLA Medical Center.

 

Foto Destaque: Michael Jackson. Reprodução/Instagram

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