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Meta anuncia demissão em massa e só retomará contratações em 2023

Após o Twitter e outras empresas de tecnologia anunciarem a demissão de milhares de funcionários, a Meta anunciou por meio dos cortes em massa, sua principal redução de custos desde sua criação, em 2004

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09 Nov 2022 - 15h23 | Atualizado em 09 Nov 2022 - 15h23

A Meta, empresa dona do Facebook, do Instagram e do Whatsapp, vai cortar 11 mil funcionários na primeira demissão em massa de sua história. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9) pelo presidente-executivo da empresa, Mark Zuckerberg. Os cortes correspondem a 13% da mão de obra da Meta e atingem funcionários das três redes sociais. Devido a isso, a empresa terá a maior redução de custos desde 2004, ano que foi fundada.

Zuckerberg comentou sobre a demissão em massa e revelou que o processo de contratações da Meta foi congelado até o primeiro trimestre de 2023. “Quero assumir a responsabilidade por essas decisões e como chegamos aqui”, disse o presidente-executivo. “Sei que isso é difícil para todos e lamento especialmente pelo afetados”, completou.


Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta (Foto: Reprodução/Poder 360)


As dispensas na Meta estão acontecendo depois que outras empresas de tecnologia anunciaram o corte de muitos funcionários, refletindo a crise pela qual essa indústria está passando. Um pouco antes da Meta, o Twitter demitiu quase 3.700 funcionários depois do bilionário Elon Musk finalizar a sua compra por 44 bilhões de dólares. Além destas, a Snap, controladora do Snapchat, também anunciou que cortaria 20% de sua mão de obra, já a Apple, a Amazon e a Alphabet (dona do Google), anunciaram a desaceleração ou suspensão das contratações.

Outro motivo que resultou na demissão em massa foi o histórico recente da empresa na receita. As ações da Meta caíram 71% neste ano, e ela passou por vários trimestres de lucros decepcionantes, e isso a levou a ter que tomar medidas para reduzir os custos. E após o anúncio, os papéis da empresa subiram mais de 4% no pré-mercado de Nova York.

No final de setembro, Zuckerberg já havia avisado os funcionários de que a Meta talvez precisasse cortar despesas e reestruturar equipes para se adaptar ao mercado em transformações. Assim, com as demissões, a empresa terá a redução de custos mais drástica de sua história, o que reflete na forte desaceleração do mercado de publicidade digital.

 

Foto destaque: Meta (Reprodução/PetaPixel)

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