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Lista da Lorena relembra os grandes clássicos do cineasta Tim Burton

Lista da Lorena quer nos fazer viajar no universo de Tim Burton. O cineasta celebrou seu natalício ontem (25). Grandes nomes do cinema já tiveram a honra de mergulhar no universo do cineasta. Junto de grandes artistas, nomes como A Noiva Cadáver, A Fan

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26 Ago 2020 - 15h54 | Atualizado em 26 Ago 2020 - 15h54
Lista da Lorena homenageia Tim Burton que completou 62 anos

Lista da Lorena quer nos fazer viajar no universo de Tim Burton. O cineasta celebrou seu natalício ontem (25). Grandes nomes do cinema já tiveram a honra de mergulhar no universo do cineasta. Junto de grandes artistas, nomes como A Noiva Cadáver, A Fantástica Fábrica de Chocolate entre outros, fazem a alegria do cinema.

Tim Burton é reconhecido por suas obras com uma paleta de cores frias e bem reduzidas. Tons sombrios e em cinza marcam a elegância de suas produções. Por fim, para celebrar a data, a Lista da Lorena traz grandes nomes para relembrarmos as grandes obras do diretor. Confira:

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1. Edward Mãos de Tesoura (1990)

Johnny Deep como Edward abre a Lista da Lorena. (Foto: Reprodução/imdb)


A saber, Johnny Deep é Edward nesse grande clássico de sucesso do final dos anos 90. Conforme a sinopse, Peg Boggs (Diane Wiest) é uma vendedora que acidentalmente descobre Edward. Um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor que morreu antes de dar mãos ao estranho ser. Assim, Edward possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

Entretanto, o filme consagra o estilo de Tim Burton no cinema. O cineasta é reconhecido pelo seu estilo sério e atraente. Além do mais, consagra também uma quase eterna parceria do diretor com Johnny Deep. Edward foi criado em laboratório por um cientista. Boggs é daquele estilo mãe de subúrbio, assim que ela o encontra, leva-o para casa. Lá ela passa a cuidar dele e encanta toda a vizinhança incluindo Kim Boggs (Winona Ryder).

2. A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Johnny Deep como Willy Wonka. (Foto: Reprodução/Warner Bros Pictures)


Mais uma vez, Johnny Deep firma mais uma célebre parceria com Tim Burton. A saber, Deep é Willy Wonka, um excêntrico dono de uma fábrica de chocolates. Ademais, os tons frios e peculiares de Burton dão, mais uma vez aquele tom de poucas cores na sua obra.

Conforme sinopse: Willy Wonka (Johnny Depp) é o excêntrico dono da maior fábrica de doces do planeta, que decide realizar um concurso mundial para escolher um herdeiro para seu império. Assim, cinco crianças de sorte, entre elas Charlie Bucket (Freddie Highmore), encontram um convite dourado em barras de chocolate Wonka e com isso ganham uma visita guiada pela lendária fábrica de chocolate, que não era visitada por ninguém há 15 anos. Por fim, encantado com as maravilhas da fábrica, Charlie fica cada vez mais fascinado com a visita.

A saber, o longa de Burton com Deep também fornece grandes ensinamentos sociológicos e também para o mercado do trabalho. Assim, a criação de Roald Dahl apresenta um enredo com lições que nos ajudam a interpretar um sistema econômico em que a minoria é valorizada e a maioria perece numa pobreza perversa.

3. A Noiva Cadáver (2005)

“A Noiva Cadáver” de Tim Burton. (Foto: Reprodução/Warner Bros Pictures)


Querem mais Johnny Deep? Nós temos! Ademais, Deep ao lado de Helena Bonham Carter, protagonizam a animação de Burton, A Noiva Cadáver. A saber, Deep é Victor Van Dorst, prometido em casamento. Nervoso com essa situação, Victor decide ensaiar para o grande dia, eis que algo inesperado acontece.

Assim, na sinopse oficial, num vilarejo europeu do século XIX vive Victor Van Dorst (Johnny Depp), um jovem que está prestes a se casar com Victoria Everglot (Emily Watson). Porém acidentalmente Victor se casa com a Noiva-Cadáver (Helena Bonham Carter), que o leva para conhecer a Terra dos Mortos. Portanto, desejando desfazer o ocorrido para poder enfim se casar com Victoria, aos poucos Victor percebe que a Terra dos Mortos é bem mais animada do que o meio vitoriano em que nasceu e cresceu.

Antes de mais nada, a Noiva Cadáver entrou em contato com Victor em meio à floresta quando o jovem achava que estava ensaiando com um tronco de árvore. No entanto, os restos esqueléticos eram de uma noiva que foi assassinada depois de fugir com seu amor. Enfim, convencida que Victor acabara de lhe pedir a mão em casamento, ela o leva para o mundo dos mortos, mas ele precisa retornar rapidamente antes que Victoria se case com o malvado Lorde Barkis.

4. Alice no País das Maravilhas (2010)

“Alice no País das Maravilhas”. (Foto: Reprodução/Disney Pictures)


Certamente que para trazer às telonas o icônico Chapeleiro Maluco, não haveria ator melhor que Johnny Deep. Afinal, mais uma parceria de Deep com Burton iria, sem dúvidas, nos entregar o melhor para o cinema. Ademais, a obra de Carroll adaptada para as telonas nos apresenta um novo de Burton: a paleta de cores ganha um tom mais alegre e diversificado. No entanto, para quem conhece de fato uma obra de Burton, reconhece seus tons cinzas e frios no decorrer da obra.

Portanto, Deep contracena com Mia Wasikowska (Alice) e mais uma vez com a talentosa Helena Bonham Carter (A Rainha de Copas). A saber, Alice Kingsleigh, ainda garotinha, visitou um lugar mágico pela primeira vez e não tinha mais lembranças sobre o local a não ser em seus sonhos. Contudo, em uma festa da nobreza, a jovem vê um coelho branco. Assim, Alice o segue e cai num buraco, indo parar em um mundo estranho: o País das Maravilhas. Lá, ela reencontra personagens que estavam guardados em sua memória através dos sonhos.

Conforme sinopse: Alice (Mia Wasikowska) é uma jovem de 17 anos que passa a seguir um coelho branco apressado, que sempre olha no relógio. Assim, ela entra em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, um local onde esteve há dez anos apesar de nada se lembrar dele. Por fim, lá ela é recepcionada pelo Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e passa a lidar com seres fantásticos e mágicos, além da ira da poderosa Rainha de Copas (Helena Bonham Carter).

5. A Lista da Lorena encerra com O Lar das Crianças Peculiares (2016)

“O Lar das Crianças Peculiares”. (Foto: Reprodução/Fox Film)


Inegavelmente, a adaptação da obra de Ransom Riggs feita por Burton é tudo, menos peculiar. A saber, o longa sobrecarrega em cheio o estilo “burtiano”. Assim, o longa de 2016 coloca tudo o que Burton entende de cinema. Ademais, a adaptação não agradou muito os críticos e nem ao público, desmanchando assim, qualquer ideia das adaptações da sequência de Riggs.

Todavia, não temos aqui a dupla imbatível de Burton e Deep. No entanto, o elenco não é de se desprezar. Decerto, Asa Butterfield (Jacob Portman), Eva Green (Srta. Peregrine), Samuel L. Jackson (Barron), Ella Purnell (Emma Bloom) e Terence Stamp (Abraham Portman) é um time de peso.

Assim, segundo a sinopse oficial, após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que “ela contará tudo”. Ademais, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Por fim, ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais.

A Lista da Lorena ainda relembra de outros célebres trabalhos de Burton

Entretanto, Tim Burton ainda reúne em sua filmografia outras memoráveis produções. A saber, Burton ao entrar no Universo da DC entregou um Batman, de Michael Keaton bem no seu estilo: frio e misterioso. Batman de 1989 insere Burton no mundo dos heróis. Todavia, o cineasta também coloca seu “dedo” em Dumbo, de 2019. Trabalhando com um elenco que conta com Collin Farrell, Danny DeVito, Eva Green e Michael Keaton.

Por fim, relembramos também do icônico Os Fantasmas se Divertes – Beetlejuice, de 1988. Tim Burton faz com a obra algo muito semelhante ao que Waititi faz com O Que Fazemos nas Sombras. Óbvio que o estilo e o gênero se diferem totalmente uma obra da outra. Ademais, referimos aqui quanto ao estilo próprio e natural de cada cineasta em seus clássicos

 

 

(Foto destaque: Post de felicipações para Tim Burton. Reprodução: via twitter)

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