Empreender na Prática

Lala Rudge fala sobre empreendedorismo e vida pessoal

Em entrevista para o podcast 'Sala de Espera', a influenciadora e empresária Lala Rudge compartilhou detalhes sobre empreendedorismo e como começou no mundo de influencer de beleza e moda.

3 min de leitura
28 Set 2022 - 15h05 | Atualizado em 28 Set 2022 - 15h05

Pioneiras entre as influencers de moda, Lala Rudge, empresária e influenciadora digital, participou pela primeira vez de um podcast, em um episódio especial, cheio de trocas sinceras sobre empreendedorismo, moda, beleza e vida pessoal. A entrevista foi conduzida por Daniel Dziabas, dermatologista, e pelo personal stylist, Yan Acioli. O podcast "Sala de Espera" possui um canal no YouTube e Spotify e já recebeu grandes nomes como Gkay, Manu Gavassi, Gabriela Prioli, dentre outros.


Daniel Diziabas, Lala Rudge e Yan Acioli. (Foto:Reprodução/Divulgação)


Lala Rudge começou sua carreira na internet com 18 anos, após a criação de um blog onde compartilhava dicas de cosméticos, moda e sua rotina do dia. Apesar de fazer direito, sempre soube que amava moda: “As minhas amigas sempre pediam muitas dicas, por eu ser envolta a esse universo da beleza”, comentou em entrevista ao podcast Sala de Espera.

Com o passar dos anos, viu um crescimento nos números de comentários em sua página, percebendo então que poderia rentabilizar suas postagens. “Eu nunca fiz pensando em uma coisa comercial. Eu me lembro que um dia meu primeiro anunciante me ligou, depois de um tempo, e eu tomei um susto, eu nunca tinha pensado em comercializar o blog. Foi aí que eu chamei minha irmã para virar minha sócia, ela é formada em publicidade me ajudaria a cuidar dessa parte. Logo depois contratamos uma equipe para cuidar dessa parte de publicidade”, relatou na entrevista.


Trecho da entrevista de Lala Rudge no podcast, Sala de Espera. (Reprodução/Instagram)


Envolvida em trabalhos nas suas redes sociais, Lala Rudge comentou sobre a importância dos profissionais de diferentes áreas estarem presentes nos meios digitais. “Hoje em dia, se você não tem rede social, você não existe, e é em qualquer profissão. Hoje em dia todo mundo é um pouco influencer, todo mundo é um pouco blogueiro. Tudo mudou muito para todas as profissões”, explicou.

A influenciadora falou sobre credibilidade para quem está começando nesse meio de influencer, dando dicas como: trabalhar com marcas que se identifiquem e produtos que realmente consumam, além da importância de ter em mente que começar algo apenas para ganhar dinheiro, não dá certo, a naturalidade é a chave para o sucesso, para as pessoas gostarem de verdade. “Não adianta você mostrar um produto que você realmente não usa, pois não irá passar credibilidade”, explicou.

Lala ainda mencionou sobre a importância de separar a vida pessoal e de sua carreira. “Hoje eu sei separar muito bem a minha vida profissional da minha vida pessoal. Por exemplo, optei por não postar o meu casamento e recebi cobranças. A minha vida pessoal não é minha vida profissional, as coisas se misturam muito. Minha maior dificuldade foi separar essas duas coisas, e hoje eu consigo, hoje eu sei o que eu quero expor e o que eu não quero expor. Minha privacidade é muito importante, até porque eu convivo com pessoas que não querem essa exposição. Eu sou uma pessoa pública, mas não é por causa disso que eu preciso expor as pessoas que estão comigo, não tinha a maturidade que tenho hoje, postava no início sem pensar no depois”, disse.

Lala contou que prioriza um envelhecimento natural, sendo uma grande adepta do skincare. “Eu acho que é um combo, você fazer os procedimentos estéticos, mas você tratar em casa. Os dois isolados não funcionam. Mas tem coisas que só um laser resolve em algum procedimento. Eu sou super adepta, eu acho que o principal é você encontrar um dermatologista com um 'bom senso' estético que você confie, porque hoje em dia eu vejo muitos exageros.”, ressaltou.

Ao falar sobre sua marca, a La Rouge Belle, criada em 2012, Lala percebia faltar algo no mercado de lingeries que fosse inovador. “Eu achava que faltava uma marca jovem, cool, que acompanhasse as tendências da moda, sexy, de pijama e de lingerie. Eu não achava isso no Brasil, parecia um tabu e eu quis mudar isso”, explicou.

Lala ainda relatou as dificuldades de empreender no Brasil, devido às burocracias e como é estar de frente a uma empresa. “Teve dias que me desesperei no começo, me questionava o porquê de fazer isso, pensei em desistir muitas vezes. Um dos principais desafios era a mão de obra qualificada. Eu sou uma pessoa muito exigente com as peças, com a qualidade, então achar bons fornecedores foi bem difícil para mim”, explicou.

A empresária contou que, durante a pandemia, sua marca acompanhou a mudança no comportamento de consumo e o desejo das clientes. Naquele momento, foi onde o crescimento, que já era bom, se tornou ainda melhor.

Foto Destaque: Lala Rudge. Reprodução/Divulgação

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