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Kim Kardashian e outras celebridades se tornam réus acusados de 'pump and pump'

Algumas celebridades estão sendo acusadas de cometerem o "pump and up", o que consiste em uma forma de fraude e manipulação de mercado, fazendo com que virem réus neste processo.

3 min de leitura
19 Jan 2022 - 22h00 | Atualizado em 19 Jan 2022 - 22h00

Em 2021 a celebridade Kim Kardashian publicou sobre criptomoedas Ethereum Max em sua conta no Instagram que na época já possuia 226 milhões de seguidores. “Vocês gostam de criptomoedas???? Este não é um conselho financeiro, mas compartilho o que meus amigos acabaram de me contar sobre o token Ethereum Max! Alguns minutos atrás, o Ethereum Max queimou 400 trilhões de tokens – literalmente 50% de sua carteira de administrador, devolvendo a toda a comunidade e-max”, dizia a postagem.

Por conta disso, na última quarta-feira (12), Kardashian virou réu em um processo de pump and dump, junto com outras celebridades como Floyd Mayweather Jr , boxeador americano e Paul Pierce, jogador de basquete.

O termo pump and dump significa "inflar e largar" e é considerado uma fraude e manipulação de mercado, isso ocorre quando um investidor age para valorizar um ativo digital em benefício próprio por meio de boatos ou notícias falsas. Falando disso na prática, uma boa divulgação e movimentação no mercado faz com que outros investidores comprem determinado ativo, fazendo-os acreditar em uma perspectiva futura de valorização. Os preços sobem e então os lucros são obtidos com a venda de ativos atificialmente inflados.


Criptomoedas. Foto: (Reprodução/Pixabay)


Para o analista de Criptos da Genial Investimentos Bruno Bandiera, é improvável que as celebridades envolvidas sofram qualquer consequência, já que é difícil de provar se eles realmente se beneficiaram com a valorização da moeda. “Como a gente tem casos em que aconteceu a mesma coisa e não resultou em nada, a chance é baixa. Tem base legal para dizer que ela tinha aquela criptomoeda e que ela se beneficiou com isso? Ou que ela foi paga para fazer aquela publicação e alguém se beneficiou com isso?”, explica.

No mercado de criptomoedas, a possibilidade de rastreabilidade do ativo vem da chave pública, que funciona como um endereço de uma conta corrente no banco. Mas, diferentemente da conta bancária, não existe o CPF de quem é o dono da conta, mas sim um conjunto de dígitos aleatórios – a chave pública. Assim, é muito difícil descobrir quem está por trás das movimentações financeiras.

 

Foto destaque: Kim Kardashian. Divulgação/istoé

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