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Gás de cozinha chega a R$ 140 e gasolina a R$ 8, diz ANP

Pela 5ª semana seguida o preço da gasolina registra aumento; em 20 estados o litro custa quase R$ 8, diz a ANP. Botijão de gás de 13 quilos chega R$ 140.

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08 Nov 2021 - 21h40 | Atulizado em 08 Nov 2021 - 21h40

O aumento do preço da gasolina nos postos nacionais, - pela 5ª semana consecutiva -, e do gás de cozinha tem assustado a maioria dos brasileiros. Já é possível encontrar o litro deste combustível a mais R$ 7 em vinte estados; o preço máximo foi de R$ 7,99 no Rio Grande do Sul. Em relação ao botijão de 13 quilos o valor já chega R$ 140, como é o caso de registros em Sorriso, Mato Grosso. Os dados são do levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referente à semana de 31 de outubro a 6 de novembro.

Além do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, Tocantis, moradores do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia támbém estão tendo que conviver com os altos custos para abastecerem seus veículos. O preço médio aumentou 2,25% na semana passada. Comentários nas redes sociais reclamando se tornaram frequentes diante de uma crise econômica ainda motivada pela pandemia da Covid-19 que gerou muito desemprego devido às restrições e isolamento social necessários para o combate e prevenção à doença.


 Aumento no preço de gás de cozinha e gasolina. (Foto: Reprodução/Agência WebNews)


Ainda segundo a ANP, em Atibaia, São Paulo, foi notado o menor preço por litro. Vale destacar que em média, o valor da gasolina ficou em R$ 6,710 o litro. A inflação para o motorista no Brasil disparou, com a alta também do gás natural (GNV) e do etanol,  e já alcança no acumulado de 12 meses até outubro, a marca de 18,46%, sé o que aponta um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Desde 2000 é a maior inflação para esse grupo.

 

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O principal gerador desse aumento é considerado por especialistas por meio da desvalorização do real. O dólar que é a moeda atrelada ao petróleo, até a última quinta-feira (5), o dólar, acumulava alta de 6,40% sobre o real este ano. Para combater a alta dos preços, o governo federal traça estratégias e na última sexta-feira (3), o presidente Jair Bolsonaro decidiu entrar com uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar os governadores a instruir um valor nominal fixo para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, que reflete sobre o preço dos combustíveis do país.

 

Foto Destaque: Gás de cozinha, gasolina e etanol seguem aumentando. Reprodução/ ColonaFest.

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