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Em um mês, Brasil tem aumentado de mais de 300 mil empregos de carteira assinada

A comparação foi feita entre janeiro e fevereiro, em que mostra um aumento de mais de 300 mil na admissão de novas pessoas pelo regime CLT em 2022 em relação ao ano passado.

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29 Mar 2022 - 17h30 | Atualizado em 29 Mar 2022 - 17h30

Com longos meses de muito desemprego e informalidade, principalmente no período de pandemia que agravou a situação do mercado de trabalho formal, o Brasil mostrou um suspiro diante de novas contratações.

Uma pesquisa realizada pelo CAGEG, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, por meio Ministério do Trabalho e Previdência Social, em fevereiro, o país criou mais de 300 mil vagas de trabalho, que neste caso, foi pelo regime CLT, a famosa carteira assinada.

O resultado foi comparado através da análise entre admissões e demissões entre os mês de janeiro e fevereiro deste ano (2022), no qual teve 2.013.143 admissões neste período e 1.684.636 de demissão, totalizando 328.507 empregos ainda garantidos pela CLT.


Carteira sendo assinada. (Foto: Reprodução/Jornal S'Passo)


Em relação ao primeiro bimestre do ano, os dados chegaram a bater mais de 400 mil vagas, sendo os exatos 478.862 oportunidades pela diferença de 3.818.888 contratações e 3.340.026 desligamentos, ainda de acordo com o CAGEG.

Apesar da diferença, diante das pesquisas, este resultado não é tão positivo se comparado com o ano passado, já que o mercado de trabalho brasileiro teve abertura de 651.756 postos formais.

No entanto,  desde o mês de abril de 2021 o surgimento de novas vagas de trabalhos por CLT não é menor que 200 mil mensalmente, exceto em janeiro de 2022, que teve um número inferior, mas nem tanto. Além disso, no ano passado (2021), quase todos os meses do ano tiveram um saldo positivo no mercado formal.

Desvalorização do mercado


Notas de dinheiro e carteira de trabalho. (Foto: Reprodução/Meu Valor Digital)


Apesar do aumento de oportunidades de trabalho, o país ainda sofre com a desvalorização da mão de obra. Segundo o órgão, o salário médio caiu novamente , indo em média de R$1.939 em janeiro, para R$1.878 em fevereiro, neste curto período de crescimento de vagas.

Outro fato que chamou a atenção, também foi a entrada de pedidos de seguro-desemprego, benefício recebido durante um período pós demissão, que teve um aumento de 529.828 para 550.270, também durante este período. Em relação a 2021, a soma foi de 486.154, comprovando este aumento.

 



Foto destaque: Carteiras de trabalho. Reprodução/Lugarh

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