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Eleições 2022: Chapa Lula - Alckmin forma o maior bloco partidário na disputa presidencial

A representatividade de partidos em uma aliança é importante porque se traduz em maior tempo de propaganda no rádio e na TV e mais fundo eleitoral à disposição do candidato

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05 Ago 2022 - 15h56 | Atualizado em 05 Ago 2022 - 15h56

Termina hoje (5) o período das convenções partidárias, na noite de ontem (4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu formar a maior coligação na disputa presidencial. Além do seu partido, o PT, Lula tem agora apoio de sete siglas. Enquanto que o candidato a reeleição Jair Bolsonaro conta com duas siglas além do seu partido, o PL. A maior quantidade de partidos em uma aliança é importante porque se ganha mais tempo de propaganda no rádio e na TV e o fundo eleitoral vem mais “recheado”. Também costuma assegurar palanques da busca por votos nos estados da federação.

A candidatura de Lula terá o apoio do PSB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, PCdoB e PV. Em 2018, esses partidos elegeram 130 deputados, 12 senadores e oito governadores. A bancada na Câmara é o principal critério para a divisão do tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV, o que significa que o petista terá mais exposição midiática que seus concorrentes.

Nesta quinta, (4), o deputado André Janones (Avante-MG) abriu mão de sua candidatura para apoiar Lula. O anúncio ocorreu após reunião entre Janones e o ex-presidente em São Paulo.

Além de acrescentar tempo de TV, Janones é um cabo eleitoral eficiente nas redes sociais. Prova disso, foi uma live realizada em uma rede social, na qual tem oito milhões de seguidores, para anunciar a adesão ao petista. Lula também pode ter o apoio de um nono partido, o PROS, mas um acordo depende de uma disputa judicial que envolve duas alas da sigla que travam a adesão.


Lula e o deputado André Janones. (Foto Reprodução: Nelson Almeida/ AFP)


O cientista político e professor do Insper Leandro Consentino avaliou que o principal motivo para os acordos partidários está longe de ser ideológico, mas fortalecer o financiamento e a divulgação das candidaturas. "O que norteia esses acordos não é a ideologia, mas um interesse sobretudo de dispor de um tempo de TV maior e o acesso a recursos. Isso é fundamental para os partidos que queiram se apresentar".

A campanha de Lula tenta evitar o clima de "já ganhou", mas não esconde o desejo de atrair voto útil de outras candidaturas para vencer no dia dois de outubro, seria a primeira vez na história do PT que uma disputa presidencial terminaria no primeiro turno.

Foto Destaque: Convenção do PSB. Lula, o presidente do PSB, Carlos Siqueira e Geraldo Alckmin. Foto Reprodução: Portal G1.

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