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Disputa por gestão de fortuna cresce no país

Devido ao segmento de private banking estar crescendo gradualmente esse ano no país, a disputa por um pedaço maior do patrimônio do investidor com uma alta fortuna vem aumentando.

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08 Nov 2022 - 20h30 | Atualizado em 08 Nov 2022 - 20h30

No Brasil, devido ao segmento de private banking estar crescendo gradualmente esse ano, a velha disputa por um pedaço maior do patrimônio do investidor com patrimônio alto está prevalecendo entre os principais competidores. A volta de investidores para a renda fixa dos grandes bancos, foi devido às altas de juros, enquanto, a diversificação regional e internacional das estruturas trouxe famílias ligadas a setores que estavam subtendidos, como o agronegócio.

O banco estrangeiro mais bem-sucedido no país no quesito administração de fortunas, Credit Suisse, serviu de munições para diversas conversas do ambiente concorrencial. O naturalmente escolhido é quem se sente desconfortável ou esboça dúvidas sobre o processo de capitalização do grupo suíço. 

A ANBIMA divulgou dados fechados do terceiro trimestre que representa os mercados de capitais e investimentos, que mostra um crescimento de 5,23%, sendo de R $1,874 trilhão no volume sob gestão dos serviços de private banking no Brasil, essa conta não inclui recursos do exterior. Sendo maior a parcela mais representativa dos gastos da moeda do exterior, por causa da inflação de bens e serviços consumidos pelas famílias endinheiradas.