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Denúncias de maus tratos leva à proibição de venda animas em Nova Iorque

Uma legislação foi assinada nesta última quinta-feira (15), pela governadora Kathy Hochul e passa a valer em dezembro de 2024. Com essa decisão, Nova Iorque se junta a estados como Califórnia e Illinois.

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17 Dez 2022 - 11h20 | Atualizado em 17 Dez 2022 - 11h20

De acordo com o site norte-americano de notícias, The New York Times, após intensas reuniões a portas fechadas ainda este mês, a governadora Kathy Hochul concordou em apoiar o projeto de lei vigente em diversos estados americanos. A decisão tomada possui algumas alterações, como a data para o vigor.

Lojas de animais do estado de Nova Iorque serão proibidas de vender cães, gatos e coelhos, comercializados muitas vezes em condições desumanas. O projeto de lei visa reprimir criadores comerciais, conhecidos como fábricas de filhotes.


Foto ilustrativa de animais de estimação (Foto: Reprodução/Freepik)


Segundo denunciantes, os animais vendidos no comércio costumam ser maltratados e acabam ficando doentes.

Acabar com a fábrica de filhotes no estado de Nova York significa o triunfo da compaixão sobre os males inerentes a uma indústria cruel que busca lucros submetendo animais inocentes a tratamento bárbaro”, disse a deputada Linda Rosenthal, uma das participantes na decisão.

Nova Iorque possui cerca de 80 petshops e, como resposta ao projeto de lei, os comerciantes defendem que tal decisão os tirariam do mercado e tornaria difícil aos nova-iorquinos adquirirem um bichinho de estimação e que tal ato levaria a um potencial mercado clandestino de animais de estimação.

A organização People United to Protect Pet Integrity – PUPPI (Pessoas Unidas para Proteger a Integridade dos Animais de stimação), que reúne diferentes proprietários de lojas de animais também se pronunciou.

Acabar com as lojas de animais locais licenciadas e regulamentadas, removerá as pessoas que vetam criadores, garantem a saúde de animais recém-alojados com veterinários estabelecidos e o sucesso de uma nova família de animais de estimação”, disse Jessica Selmer, presidente da PUPPI, em declaração nesta última quinta-feira (15) após a aprovação do projeto de lei.

A organização ainda afirmou que os grupos de direitos dos animais estavam destacando os maus exemplos de lojas específicas, que foram, inclusive, alvo de ações judiciais e investigações. E que não é justo “demonizar” todo o setor.

Ainda de acordo com o jornal americano, os dois anos que faltam para que a lei entre em vigor faz parte de uma tentativa de amenizar o golpe econômico nas lojas de animais e, também, para que possíveis donos de animais visitassem e comprassem de criadores responsáveis.

Também consta na legislação a cobrança de alugueis por parte dos pet shops em cima dos abrigos de animais que alocam seus espaços para eventos de adoção de animais resgatados.

A decisão para promulgação da lei foi pautada sobre a análise da ocupação dos abrigos e organização de animais resgatados, em tentativa de incentivo à adoção, uma vez que esses espaços estão cheios de bichinhos na espera por um novo lar.

Esses animais são seres vivos e amorosos que devem ser tratados com respeito, e não como uma lata de sopa a ser arrancada da prateleira”, disse o senador estadual Michael Gianaris, um democrata do Queens que patrocinou a legislação. “Esta lei salvará inúmeros animais do abuso nas mãos de horríveis fábricas de filhotes e estou emocionado que agora seja promulgada”, finalizou.

 

Foto destaque: Loja de Pet Shop em Nova Iorque. Reprodução/The New York Times/Sara Naomi Lewkowicz.

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