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Com PEC aprovada, governo se apressa para pagar benefícios e colher frutos eleitorais

Caminhoneiros devem receber duas parcelas já no próximo mês. Sem tempo para emissão de cartões, beneficiários do Auxílio Brasil terão que sacar na Caixa Econômica Federal.

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14 Jul 2022 - 08h56 | Atualizado em 14 Jul 2022 - 08h56

Com a aprovação da PEC Eleitoral, nessa quarta-feira (13), o governo tem que correr contra o tempo para iniciar os pagamentos dos benefícios sociais a tempo de colher resultados positivos ao presidente Bolsonaro nas eleições de outubro. Técnicos do governo afirmam que os pagamentos devem começar somente em agosto.

Neste caso, o principal desafio do Ministério da Cidadania é incluir no calendário de pagamento do programa, que inicia no dia 18 de agosto e cerca de dois milhões de famílias aguardam na fila para receber o benefício. O pagamento do Auxílio Brasil que teve o seu valor ampliado para R$ 600,00, é considerado mais simples, porque já existe um cadastro dos beneficiários. Quem está no programa vai receber um adicional de R$ 200,00 no próximo mês.

No caso dos caminhoneiros autônomos, o governo contemplará os motoristas inscritos no cadastro da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) até maio, ao todo um total de 878.308 profissionais dessa área. Será pago aos caminhoneiros seis parcelas de R$ 1 mil e se o pagamento começar em agosto, serão creditadas duas vezes de uma só vez, e nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro, a parcela de R$ 1 mil.


Arthur Lira durante votação da PEC Eleitoral. (Foto: Elaine Menke/Câmara do Deputados)


O auxílio para os taxistas deve ser em torno de R$ 200,00, mas o valor ainda está sem definição e vai depender do número de profissionais consideráveis elegíveis para receber o benefício. O gasto com essa categoria de profissionais não poderá ultrapassar R$ 2 bilhões e a estratégia do governo é utilizar o cadastro das prefeituras, que são responsáveis pelas licenças e assim só receberá o auxílio quem estiver com o alvará em dia.

O ministro da economia, Paulo Guedes, deve anunciar o aumento de 1,5% para 2% a previsão de crescimento do PIB este ano. Uma das justificativas e da aprovação da PEC Eleitoral, já que a economia deve ser estimulada com as medidas adotadas pelo governo federal.

Foto destaque: Governo Bolsonaro comemora a aprovação da PEC eleitoral. Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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