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Brian Cox não poupa comentários a colegas em seu livro autobiográfico

Astro de Succession, Brian Cox critica Johnny Deep, Quentin Tarantino e Steven Seagal em seu novo livro Putting the Rabbit in the Hat. Cox afirma que a experiência o levou a ser o mais honesto possível sobre os colegas.

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01 Nov 2021 - 19h00 | Atualizado em 01 Nov 2021 - 19h00

O USA Today revelou partes da obra do Astro de Succession, intitulada Putting the Rabbit in the Hat e que será publicada no próximo ano. Cox falou sobre Johnny Depp e que considera o ator “superestimado e muito exagerado”. Afirma que recusou fazer parte de Piratas do Caribe porque acreditava que “Jack Sparrow era parte de um show solo de Johnny Deep”.


Brian Cox lança novo livro. (Foto: Reprodução/ Instagram)


As crítias não pararam por aí. “Olhe para Edward Mãos de Tesoura. Vamos ser sinceros: se você chega no set com aquelas próteses nas mãos, e a maquiagem cheia de cicatrizes no rosto, não precisa fazer mais nada. E ele não fez. Subsequentemente, fez menos ainda. Mesmo assim, as pessoas o amam. Ou costumavam amá-lo".

O astro também não era muito fã de Steven Seagal. Eles trabalharam juntos no filme Glimmer Man: O Homem das Sombras (1996). Sobre o diretor, o autor da obra foi enfático: “Ele sofre daquela síndrome de Donald Trump, de achar que é mais capaz e talentoso do que realmente é, e parece não notar o exército de pessoas que é necessário para que essa ilusão seja mantida".


Johnny Deep. (Foto: Reprodução/ Instagram)


O livro vai além, revelando também julgamentos sobre Quentin Tarantino, considerando o trabalho do diretor “meretrício”. “É tudo superfície. Ele usa mecânicas de plot como substitutas para profundidade. Fui embora de Pulp Fiction no meio da minha sessão", disse. Ao mesmo tempo, Cox afirma que aceitaria fazer parte do elenco de um filme de Tarantino caso fosse convidado. Realça que “Era Uma Vez em Hollywood, o último filme dele, não foi tão ruim quanto eu esperava, mas também não foi bom o bastante para me converter totalmente".

 

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Já para Spike Lee e Alan Rickman, o ator teceu elogios, apontando o primeiro como "simplesmente um dos melhores diretores com quem já trabalhou" e o falecido ator como “um dos homens mais doces, gentis, legais e inteligentes que já conheceu". Cox falou ao jornal Escocês The Scotsman sobre os motivos que o levaram a ser cirúrgico em seus relatos no novo livro. “Foi catártico, e necessário. Cheguei em uma idade na qual queria olhar para as coisas sob a luz da experiência, e ser o mais honesto possível", contou.

 

Foto Destaque: Brian Cox. Reprodução/Instagram

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