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Brasil estréia no Catar e recorda vitórias e fracassos

Holandeses e franceses são os maiores vencedores da seleção brasileira. Suécia se destaca como a seleção mais batida (7 vezes). Seleção estréia contra a seleção da Sérvia, dia 24 de novembro.

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17 Nov 2022 - 12h40 | Atualizado em 17 Nov 2022 - 12h40

O Brasil chega ao Catar como a seleção que participou de todas as Copas. Cinco títulos conquistados e dois vice-campeonatos mundiais, no fracasso diante de um Maracanã atônito em 1950 perdendo para o Uruguai e em 1998, caiu para a França na Final, com show de Zidane e direito a ataque epilético de Ronaldo Fenômeno, que quase o tirou da final. Na história de todas as Copas, a seleção holandesa detém o título de maior carrasca da seleção canarinho.

3 vitórias em 5 jogos. Brasil venceu duas vezes e um empate.  Em seguida, a França tem destaque com 2 vitórias em 4 jogos, uma derrota e um empate. No quesito quem subia e quem descia, O Brasil não deixa por menos. Faz vinte anos que não conquista um torneio mundial e nesse período, contabilizamos o fiasco do 7 a 1, numa semifinal onde a Alemanha desfilou em campo e ignorou a seleção brasileira. O Brasil chega no Catar como seleção a ser batida.


Brasil na Copa do Catar 2022. Fonte/Reprodução Mantos do futebol


Há uma máxima no folclore do futebol mundial, que associa todos os jogadores que foram responsáveis diretamente pelo fracasso do Brasil às tragédias futuras no futebol. Sequência de lesões, problemas extracampos e até fim precoce de carreiras.  Quem não se lembra do lateral Zúñiga da Colombia, que lesionou Neymar na Copa de 2014?  Em 2018, o jogador decretou o fim de sua carreira, diante de um histórico de problemas no joelho.

Mesmo destino teve o atacante francês Thierry Henry, vilão contra o Brasil na Copa de 2006, ao marcar o gol que desclassificou o Brasil naquele ano.  Henri após isso, amargou um período de baixa na carreira. Foi reserva na Copa da África, em 2010.  Zinedine Zidane, algoz do Brasil em 1998, foi protagonista em 2006, do momento mais bizarro de sua carreira, ao ser expulso na final contra a Itália, ao desferir uma cabeçada no peito do meia italiano Materazzi. Foi o último jogo da carreira do craque francês e sua saída de campo decretou a Itália campeã no torneio.

De todas as histórias, a mais emblemática é a do atacante italiano Paolo Rossi, que marcou três gols contra o Brasil, desclassificando a seleção na Copa de 1982. Rossi faleceu em 2020, vítima de câncer no pulmão e teve uma carreira restrita a times italianos, nunca jogando em outro país.

 

Foto Destaque Seleção Brasileira no Catar 2022. Fonte/Reprodução Gazeta Esportiva

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