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Bancos públicos devem focar em endividados, MEIs, indústria e ações sociais no próximo governo

Lula ainda não indicou futuros titulares do Banco do Brasil, Caixa, BNDS, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste, mas sua equipe de transição já prevê que instituições terão função relevante a partir de 2023

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07 Nov 2022 - 12h20 | Atualizado em 07 Nov 2022 - 12h20

Nas propostas do próximo governo para os bancos públicos, as prioridades estão entre tirar do papel o Desenrola Brasil (programa feito para negociar até R$ 90 milhões de dívidas de brasileiros), focar em microempreendedores individuais (MEIs), apoiar programas sociais (como construção de cisternas e cooperativas de catadores), financiar 3,5 milhões de casas para pessoas de baixa renda e incentivar a troca de máquinas e equipamentos para reaquecer a indústria.

Até o momento, o presidente eleito Luiz inácio Lula da Silva (PT) não indicou os nomes dos futuros titulares do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, BNDS, Banco da Amazôia e Banco do Nordeste. Ainda assim, a equipe de transição do próximo governo já avalia que as instituições terão função relevante a partir de 2023 e buscarão o desenvolvimento econômico e social.

Segundo o senador eleito e um dos coordenadores da campanha de Lula, Wellington Dias (PT-PI) disse ao GLOBO, além do “papel importante” dos Bancos públicos, o setor privado também será chamado a participar da “missão extraordinária” de crédito para regularizar a situação dos endividados.

A grande proposta foca principalmente no Desenrola Brasil, que prevê a renegociação de dívidas garantidas por um fundo com recursos estimados entre R$ 7 bilhões e R$ 18 bilhões — a depender da faixa de renda que será contemplada.

De acordo com dados da Serasa Experian, 68,4 milhões de brasileiros (cerca de 32% da população adulta do Brasil) estão endividados. A promessa é fazer esse público voltar para o sistema, ajudando na recuperação econômica, impulionando a compra de bens e serviços.

A proposta também prevê que microempreendedores obtenham linhas especiais para abrir ou expandir seus negócios.

Com a ideia de retomar o programa Minha Casa Minha Vida, a proposta analisa a possibilidade de contratar 3,5 milhões de unidades habitacionais em 4 anos, com a meta de 500 mil unidades logo no primeiro ano, segundo a representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Caixa, Rita Serrano. O financiamento sairia de FGTS, loterias e doTesouro Nacioal.

Ainda visando reforçar programas sociais, também é esperado que o Banco do Brasil atue em projetos com a condtrução de cisternas para famílias no semiárido e que o Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e Finep (financiadora de projetos e pesquisas) contribuam o financiamento de projetos de infraestrutura, como energia e transporte, mas não há muitos detalhes ainda.

 

Foto destaque:  Bancos públicos devem focar em endividados, MEIs, indústria e ações sociais no próximo governo. Reprodução/In Magazine 

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