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Após polêmicas na internet, Bolsonaro diz repudiar ‘ideologia nazista’ e a compara ao comunismo

O presidente Bolsonaro defendeu que qualquer ideologia totalitária deve ser tratada da mesma maneira. Pauta ganhou força após afirmações do ex-apresentador do Flow Podcast, Monark, que defendeu a descriminalização do nazismo

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10 Fev 2022 - 10h54 | Atualizado em 10 Fev 2022 - 10h54

Em uma publicação no Twitter, na noite desta quarta-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro fez declarações contra a ideologia nazista e a qualquer ideologia totalitária, segundo ele. Sem citar diretamente o caso do apresentador Bruno Aiub, que defendeu a descriminalização do nazismo, o presidente aproveitou para comparar o sistema nazista com o comunismo.

"A ideologia nazista deve ser repudiada de forma irrestrita e permanente, sem ressalvas que permitam seu florescimento, assim como toda e QUALQUER ideologia totalitária que coloque em risco os direitos fundamentais dos povos e dos indivíduos, como o direito à vida e à liberdade", escreveu Bolsonaro.



Ao relembrar as milhões de vidas destruídas pelo sistema de Adolf Hitler, Bolsonaro disse que o assunto "exige que tenhamos extrema responsabilidade e seriedade na hora de tratar do tema, não deixando espaço para a calúnia, a difamação e a sua banalização".

O presidente manifestou ainda o desejo de que a polêmica gere um "momento de reflexão, de amadurecimento, a respeito de qual ambiente queremos criar no Brasil”.

"Tenhamos todos mais juízo e responsabilidade. Precisamos continuar trabalhando pelo futuro de nossa nação", afirmou o presidente.

As alegações do presidente se dão por conta da polêmica gerada nas redes sociais, nesta semana, a partir da fala do podcaster Bruno Aiub, também conhecido como Monark. Durante um episódio do seu programa, Flow Podcast, na última segunda-feira (7), enquanto os participantes incluindo os deputados Tabata Amaral (PSB-SP) e Kim Kataguiri (DEM-SP), discutiam sobre liberdade de expressão, Monark afirmou que “tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei”, e disse ainda: “dentro da expressão, eu acho que tinha que liberar tudo”.

A fala do fundador de um dos podcasts mais ouvidos do país gerou diversas repercussões. Monark publicou um vídeo em suas redes sociais se desculpando pela fala e alegou estar bêbado durante a gravação. O episódio foi tirado do ar e o podcaster Monark já foi desligado do Flow Podcast, ele vendeu a sua parte do programa para o seu sócio, e também apresentador, Igor Coelho.

 

 

Foto destaque: Presidente Jair Bolsonaro. Reprodução/Flickr/Palacio do Planalto. 

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