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Aliados de Lula esperam que nome para Economia seja decidido nos próximos dias

Fontes de reportagem da CNN afirmaram que a formalização de um nome para tocar a Economia poderia ajudar a acalmar o mercado. O texto da Chamada PEC da Transição seria divulgado nesta sexta-feira (11), porém foi adiado.

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11 Nov 2022 - 20h30 | Atualizado em 11 Nov 2022 - 20h30

O discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quinta-feira (10) acendeu o alerta de setores do mercado financeiro juntamente com o adiamento da divulgação do texto da chamada PEC da Transição nesta sexta-feira (11) fizeram aumentar a pressão para que o petista divulgue o nome de quem será o responsável por tocar a condução da economia em seu novo governo brevemente.

Para integrantes da transição e líderes do Congresso ouvidos pela CNN, a formalização de um nome para tocar a Economia poderia ajudar a acalmar o mercado e colocar alguém para ser “o rosto" da articulação da Proposta de Emenda à Constituição. "A medida também é defendida por senadores que farão oposição a Lula e que questionam cheque em branco que estaria contido na proposta para garantir o Auxílio Brasil/Bolsa Família de R$ 600", afirma o repórter Leandro Resende.

Relator-geral do Orçamento,o senador Marcelo Castro (MDB-PI) diz que indicação de ministro da Economia/Fazenda seria “sinal importante para o mercado”, mas que não é a pauta emergência do momento.


Senador Marcelo Castro (MDB-PI). (Foto: Pedro França/Agência Senado)


“O fundamental é aprovar a PEC. Há um clamor para que seja indicado um nome logo, mas ele precisa mais ser bem indicado do que indicado com urgência. Não pode errar”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.

A favor da PEC da transição no valor de R$ 175 bilhões fora do teto e de que ela seja um gasto permanente. Castro defende que “a sociedade brasileira precisa fazer um pacto de que o dinheiro das pessoas passando fome está fora do teto”.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) defende que Lula indique ministro da Economia, da Defesa e coordenador da articulação política, muito para “acalmar o mercado”.

Segundo ele, o que afasta o mercado “é a hipótese de aliança com o Centrão para aprovar a PEC”. Ele defende que o Congresso fiscalize o que chama de “necessário reequilíbrio fiscal” para o país.

Foto Destaque: Marcos Oliveira/Agência Senado

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